domingo, 18 de julho de 2010

XVI domingo do tempo comum
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Ao celebrar a Eucaristia somos acolhidos por Deus em sua casa e sentamos aos pés de Jesus para escuta-lo.
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Liturgia do dia: Gênesis 18, 1- 10
                           Salmo: 14
                          Colossenses 1, 24 – 28
                          São Lucas: 10, 38 - 42
PRATICANDO
O Evangelho de hoje nos desafia a ter o coração hospitaleiro de Maria e as mãos laboriosas de Marta.
A Palavra de Deus nos mostra que o próprio Deus se faz presente em cada gesto de acolhida e hospitalidade que praticamos e nos revela qual a “ melhor parte” para nossa vida.
O que seria de nós se Jesus não tivesse nos ensinado sobre o serviço aos nossos irmãos.
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Divulgue
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Missão jovem de Niterói
está em Araruama
       “A alegria de ser discípulo missionário,na caridade.” É o tema da Missão Jovem Arquidiocesano deste ano, que está acontecendo até dia 25 de junho, na Paróquia São Vicente de Paula, na cidade de Araruama, no Estado do Rio de Janeiro. Neste encontro, os jovens irão participar do Curso de Orientação Missionária, dos momentos de adoração e outras atividades. Também haverá celebração Eucarística todos os dias.
       Neste evento, o bispo auxiliar de Niterói, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz irá presidir à Missa de envio da Missão, no dia 18, às 09:30mim, enquanto o arcebispo Dom Frei Alano Maria Pena, OP, presidirá a Missa de encerramento, no dia 25, a partir das 09:30mim. Os dois bispos celebrarão na Igreja Matriz.
       Os interessados poderão entrar em contato com a Secretaria Paroquial pelo numero: (22) 2666-1347 ou acessar o site: www.paroquiasvp.com.br.
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Bispos do Rio de Janeiro divulgam
orientações sobre eleições
       Os bispos do Regional Leste 1 da CNBB (estado do Rio de Janeiro, divulgaram, no início da semana, uma nota contendo orientações e critérios para as eleições de outubro. Segundo os bispos, o eleitor deve votar em candidatos que defendam a dignidade da pessoa humana e a vida, a família, a liberdade de educação. Lembram, ainda, os princípios da solidariedade e da subsidiariedade e o compromisso com a cultura da paz.
                                        Veja a íntegra da nota.
ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES
       O Brasil está vivendo um momento peculiar – oportunidades e dificuldades – na sua história. De um lado, por seu crescimento interno e pelo seu destaque no cenário internacional, por outro pela continuidade de desigualdades sociais perversas, e pela corrupção que corrói e abrange todas as estruturas e instituições, prejudicando seriamente a credibilidade da classe política.
      A Igreja, comprometida com o bem comum e a defesa irrestrita da dignidade e dos direitos humanos, apóia as iniciativas que contribuam para garanti-los a todos e denuncia distorções inaceitáveis presentes em vários programas, que como veremos ferem os princípios que norteiam a doutrina social cristã. O que está em jogo é uma visão da pessoa humana e da sociedade, solidária com a dignidade de todos, a favor da vida e aberta ao transcendente.
           Para iluminar este processo eleitoral, a comunidade eclesial – que pela sua universalidade não pode se identificar com interesses particulares, partidários ou de determinado candidato/a – busca oferecer critérios de escolha e discernimento para as pessoas de boa vontade e cidadãos responsáveis. Também deseja que sejam votados candidatos coerentes com a defesa dos princípios éticos e cristãos.
         Em consonância com estes mesmos princípios apresentamos as seguintes orientações e critérios:
       Antes de tudo, é necessário “valorizar o voto” que decide a vida pública do nosso País e dos nossos Estados nos próximos anos. O meu voto é precioso! Não se compra! Nele se manifesta a minha liberdade e a minha decisão. Recentemente obtivemos a vitória do projeto de lei denominado “Ficha Limpa” que por decisão do TSE se aplicará nestas eleições. Cabe agora vigiar e cuidar para eliminar do pleito aqueles candidatos corruptos que contaminam o cenário político e destroem a democracia.
1. O primeiro critério para votar em um candidato é a defesa da dignidade da Pessoa Humana e da Vida em todas as suas manifestações, desde a sua concepção até o seu fim natural com a morte. Rejeitamos veementemente toda forma de violência, bem como qualquer tipo de aborto, de exploração e mercado de menores, de eutanásia e qualquer forma de manipulação genética.
2. O segundo critério é a defesa da Família na qual a pessoa cresce e se realiza. Por isso devem ser votados aqueles candidatos que incentivam, com propostas concretas, o desenvolvimento da família segundo o plano de Deus. Opõem-se ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, à adoção de crianças por casais homoafetivos, à legalização da prostituição, das drogas e ao tráfico de mulheres.
3. O terceiro critério é a liberdade de Educação pela qual os pais têm o direito de educar os filhos segundo a visão de vida que eles julguem mais adequada. Isso comporta uma luta pela qualidade da escola pública e pela defesa da escola particular, defendendo o ensino religioso confessional e plural, de acordo com o princípio constitucional da liberdade religiosa, reconhecido também no recente Acordo entre Brasil e Santa Sé.
4. O quarto critério é o princípio da solidariedade, segundo o qual o Estado e as famílias devem ter uma particular atenção preferencial pelos pobres, àqueles que são excluídos e marginalizados. Deve-se garantir uma cidadania plena para todos/as, assegurando o pleno exercício dos direitos sociais: trabalho, moradia, saúde, educação e segurança.
5. O quinto critério é o princípio de subsidiariedade, ou seja, haja autonomia e ação direta participativa dos grupos, associações e famílias fazendo o que podem realizar, sem interferências ou intromissões do Estado. Este deve apoiar e subsidiar, nunca abafar ou sufocar as liberdades e a criatividade das pessoas. Assim elas poderão exercer uma cidadania ativa e gestora.
6. Enfim, diante de uma situação de violência generalizada, os candidatos devem, de forma concreta e decidida, comprometer-se na construção de uma Cultura da Paz em todos os níveis, particularmente na educação e na defesa da infância e da adolescência.
              Do ponto de vista prático nas paróquias e em nossas associações e movimentos, se dê grande importância a este momento eleitoral e se realizem debates sempre com vários candidatos de vários partidos, em vista da realização do bem comum. Durante os eventos promovidos pela diocese ou pelas paróquias nunca devem aparecer faixas, cartazes ou outro tipo de sinais que identifiquem e apóiem os candidatos.
      O trabalho político, ao qual todos somos chamados, cada um segundo a sua maneira de ser, é uma forma de mostrar a incidência do Evangelho na vida concreta, visando à construção de uma sociedade justa, fraterna e equitativa. Em conseqüência haverá uma esperança real para tantas pessoas céticas, desnorteadas e confusas com a política atual. É uma grande oportunidade que os católicos e todas as pessoas de boa vontade não podem perder.
                               OS BISPOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
                                             Regional LESTE 1 da CNBB

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