segunda-feira, 30 de novembro de 2009

COMUNICADO

Gostaria de comunicar ao nossos irmãos católicos,  que o blog está desatualizado porque nosso amigo José Duarte contraiu uma virose, ficou três dias hospitalizado e agora se recupera em casa.
Pedimos nossas orações para ale
Pascom Sede

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

REFLETINDO COM O SEMINARISTA RAFAEL ARCHETTI

A dimensão missionária familiar...
                Rafael de Oliveira Archetti


“Família que reza unida, permanece unida” (Papa João Paulo II, na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae).


        Certamente esta frase do Servo de Deus, o Papa João Paulo II, de saudosa memória, é uma das mais contundentes e incisivas considerações que fizera acerca da família cristã. E sob muitos aspectos poder-se-ia discorrer sobre seu papel fundamental, na constituição da sociedade neste cotidiano cada vez mais iludido pela falsa impressão de que Deus não é mais necessário, e indiscutível importância na moldagem da índole dos membros que a compõem. No entanto, neste mês de outubro, mês das Missões, creio fazer-se mister que reflitamos sobre o caráter missionário que indissociavelmente liga-se à família, Igreja doméstica e sinal visível da presença divina a proteger-nos e guiar-nos.
         Mencionar a formação familiar como presença de Deus em nossa marcha existencial pressupõe as condições necessárias para se definir este ou aquele grupo como família, de fato. Ora, o dicionário Aurélio define família em dois aspectos, dentre outros, muito interessantes, a saber: 1 – pessoas aparentadas que vivem, geralmente, na mesma casa, particularmente o pai, a mãe e os filhos; 2 – origem, ascendência. Para o primeiro, em especial, determinaríamos que as relações familiares baseiam-se, essencial-mente, no dia-a-dia dos lares cristãos. Para o segundo, contudo, o termo família assume uma abrangência muito maior, donde, como costumeiramente consideramos, os antepassados, vivos ou falecidos, estabelecem os parâmetros familiares, extrapolando os limites físicos residenciais, mas enraizados na herança do legado perpetuado através das gerações.
        Assim, a família que nasce do Coração amoroso do Pai, na mútua aceitação dos nubentes, frentes a um ministro da Igreja, assume não somente a responsabilidade subentendida de cooperação, multiplicação e auto-proteção, imediatamente e nas futuras gerações, bem como se confirma, visivelmente, nas promessas realizadas aos pés do altar. Promessas de respeito, amor, fidelidade... E, ainda, uma promessa que talvez ultimamente esteja passando despercebida aos olhos dos noivos: aceitar e educar na fé os filhos que Deus lhes confiar! “A fecundidade do amor conjugal não se reduz só à procriação dos filhos, mas deve se estender à sua educação moral e à formação espiritual” (CIC 2221).
       Nisto reside a dimensão missionária da família! Em ser, a exemplo da Família Sagrada de Nazaré, um lar santo onde a presença de Deus seja indubitavelmente observada e constatada. Ora, é promessa do Senhor acompanhar aqueles que com fé a Ele se dirigirem (“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” [Mt 28, 20b]) e, ainda mais, aqueles que em Seu nome se reunirem (“Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles” [Lc 18, 20]). De fato, não se pode separar esta vocação de ser sacrário do Senhor da família que sob Seus cuidados se forma; e, do mesmo modo, o liame da dimensão missionária e família.
       O Catecismo da Igreja Católica diz-nos que é próprio dos pais iniciarem seus filhos na fé: “Pela graça do sacramento do matrimônio, os pais receberam a responsabilidade e o privilégio de evangelizar os filhos. Por isso os iniciarão desde tenra idade nos mistérios da fé, da qual são para os filhos os ‘primeiros arautos’. Associá-los-ão desde a primeira infância à vida da Igreja. A experiência da vida em família pode alimentar
as disposições afetivas que por toda a vida constituirão autênticos preâmbulos e apoios de uma fé viva” (CIC 2225).
       Ora, o que vemos, muito freqüentemente, é a terceirização de todos os passos da formação de nossas crianças, quando a instituição familiar reduz-se à mera reunião entre os provedores de recursos e seus dependentes. Vislumbramos a despreocupação com a formação delas, enquanto atribui-se a outrem a responsabilidade que compete aos pais. Desde a formação intelectual, para a qual os pais enviam seus rebentos esperando que a escola supra suas deficiências como educador e, não obstante, seja capaz de incutir neles princípios morais e éticos que, não raramente, os pais carecem de tempo para apresentar-lhos; como também a formação religiosa, donde observamos cada vez mais intensa a falta de base religiosa familiar nas crianças que são levadas à Catequese. Não muito tempo atrás o seio doméstico era responsável por ensinar as primeiras orações de nossa fé às crianças. Hoje é raro que isto aconteça... Infelizmente!
      O Concílio Vaticano II, na Declaração Gravissimum educationis, sobre a educação cristã, afirma que “o papel dos pais na educação é tão importante que é quase impossível substituí-los” (GE 3). Os progenitores estão delegando seus direitos e devereis de pais a pessoas que, muitas vezes, nem sequer conhecem! A família cristã parece perder-se nas inquietudes de uma vida atribulada e que, cada vez mais, limita tempo para Deus. No mesmo número da referida Declaração ainda lê-se: “A família é a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”.
        A dimensão missionária inicia-se, incontestavelmente, no cuidado com aqueles que, sedentos pelo conhecimento de Deus, esperam em nossos lares pelas palavras capazes de levá-los a experimentar o incomensurável amor de Deus por nós. Como Santa Teresa de Jesus, virgem e Doutora da Igreja, dizia: “Se não tivermos e não procurarmos a paz em nossa casa, não a encontraremos na alheia”.
        Precisamos resgatar a bendita prática de reunir-se em família para render graças a Deus pelos dons recebidos... Suplicar a bênção de Deus sobre os alimentos... Cear juntos... Rezar... Apresentar ao Pai, unidos em oração, as intenções em comum... Ler a Bíblia... Instruir os pequeninos com exemplos, bem mais eloquentes que as palavras!
      Roguemos ao Bom Deus que nos cumule de bênçãos, por intercessão da Sagrada Família, louvando-o pela honra de ter-nos dado Jesus nascido numa família humana, a fim de que gozasse das docilidades e asperezas de uma família. Enfim, subam-Lhe nossas orações pelas palavras do Ritual de Bênçãos de nossa Igreja: “Nós Vos bendizemos, Senhor, que, na Vossa infinita misericórdia, quisestes que o vosso Filho, feito homem, fizesse parte duma família humana, crescendo no ambiente da intimidade doméstica e conhecendo as suas preocupações e alegrias. Humildemente Vos pedimos, Senhor: guardai e protegei nossas famílias, para que, fortalecidas pela vossa graça, gozem de prosperidade, vivam na concórdia e, como Igreja doméstica, sejam no mundo testemunha da Vossa glória”. *
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* Adaptada da Oração de Bênção da Família; Ritual Romano de Bênçãos, P. 27, nº 58 – G. C. [Gráfica de Coimbra] / Conferência Episcopal Portuguesa.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

PORQUE NÃO INICIAR UMA CAMPANHA DE APOIO AO FRADE

símbolos Religiosos nas repartições públicas do Estado de SP?*
(Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009) *

NOTA DEZ!!!...Este Frade falou em nome de todos os cristãos...e falou a Mais pura verdade

sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São
Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas.
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz
deve ser retirada!!!...*

Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais, onde os pobres têm menos direitos
que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas...*

Não quero ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda
mais forte...*

Não quero ver a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos
são constrangidos e torturados...*

Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas (pobres)
morrem sem atendimento...*

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não
abençoa a sórdida política brasileira, causa da desgraça dos pequenos e
pobres.? (Frei Demetrius dos Santos Silva (São Paulo/SP)

PASTORAL DST/AIDS PRECISA DE APOIO

Pastoral DST/AIDS precisa

de voluntários

        Trabalho belíssimo faz a equipe da Pastoral DST/Aids da Diocese de Nova Friburgo coordenada por Ana Carolina. Apesar de não ser muito valorizada, a Pastoral DST é muito importante, pois congrega uma gama muito grande de pessoas excluídas da nossa sociedade. Hoje são 125 famílias atendidas e 175 portadores que recebem além de cesta básica mensalmente e os remédios necessários para o tratamento, apoio médico, psicológico, jurídico, social e acima de tudo amor ao próximo.
          Ainda existe discriminação, porque as pessoas confundem a doença como uma epidemia, mas a verdade é que o vírus da Aids não pega no ar, somente por contato sexual ou transfusão de sangue contaminado.
        O trabalho dessa Pastoral na nossa Diocese ainda é tímido e precisa de muito apoio, principalmente das paróquias. No Vicariato sede apenas a Catedral São João Batista tem esse trabalho e o Monsenhor Antonio Stael de Souza (Pároco) apoia totalmente; no Vicariato Norte na Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Carmo com o Padre Jorge Getulio e no Vicariato Litoral na Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Rio das Ostras com o Padre Alexandre José de Albuquerque.
         As pessoas interessadas em acompanhar, voluntariar ou participar desse projeto devem procurar a sede da Pastoral no Edifício Executive Center, Praça Getulio Vargas, Nova Friburgo, cujo atendimento acontece de segunda a sexta-feira das 13 às 17h.
         Os dois principais eventos são: a vigília do mês de maio e a comemoração do Dia Mundial de Combate e Aids em 1° de dezembro, que este ano vai começar com a missa celebrada pelo Padre Marcos Belizário (assessor espiritual do Leste 1) às 8h na Catedral São João Batista e depois segue uma série de atividadades até às 14h na praça Dermeval Barbosa Moreira.
        A Pastoral da Aids é um serviço da Igreja Católica que promove vida saudável, incentiva o cuidado de sí e dos outros, evangeliza, humaniza relações, supera preconceitos, discriminação e exclusão.
         O endereço da Pastoral DST/Aids da CNBB é: Rua Hoffmann, 499, Bairro Floresta, cep: 90220 -170, Porto Alegre. RS, telefone: (51) 3346.6405 - 3395.5145. O Assessor Nacional é o Frei Luiz Carlos Lunardi e o Secretário Executivo Frei José Bernardi.

JUBILEU DE OURO

         Nosso Bispo Diocesano completa 50 anos de sacerdócio dia 19 de dezembro e para comemorar a data a Diocese está preparando uma grande festa, com missa solene dia 19 de dezembro às 10h no Colégio Anchieta.

      Você católico que gosta do nosso Pastor, deve estar presente neste dia tão importante para D. Rafael Llano Cifuentes

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

TELEVISÃO CATOLICA PARA NOVA FRIBURGO

Veja a carta que a coordenação da Pastoral de Comunicação enviou à direção da RCATV, esta tarde. Além disso, está sendo passado nas paróquias, capelas, movimentos e pastorais da cidade um abaixo assinado solicitando a Tv católica para a cidade.

Pastoral de Comunicação

Vicariato Sede - Diocese de Nova Friburgo

Ilmo.Sr.
Jorge Ferrarin
Md. Diretor da
RCATV Company


Prezado Senhor:


         Em julho de 2008, solicitamos através de conversa pessoal um canal para a implantação de uma emissora católica na cidade de Nova Friburgo, quando o senhor informou que somente após o mês de maio/2009, esse projeto seria possível, porque não havia naquela oportunidade disponibilidade de canal. Neste momento, retomamos nosso pedido, desejando saber quais as condições e qual o primeiro passo a seguir.
         Justificando o pedido queremos informar que a Igreja Católica Apostólica Romana é absoluta na cidade. Encomendamos pesquisa, elaborada pela Associação Friburguense de Imprensa e estudantes de jornalismo da Universidade Candido Mendes e o resultado foi: 53% Católicos - 21% Evangélicos - 13% Espíritas - 09% budistas, ateus e outros cleros - 04% não responderam
       O Bispo D. Rafael Llano Cifuentes, desde que assumiu em 2005, fez um trabalho de reformulação total, incentivou a dinamização litúrgica, ordenou mais de 30 padres. Temos 18 paróquias, 92 capelas, com população de mais de 80 mil pessoas. Exemplos disso foram os três maiores eventos da igreja deste ano: Unidade Diocesana, 17 mil pessoas; Semana Santa, 25 mil; Corpus Christi, 40 mil pessoas.
                                                                       Sendo só o para o momento,

                                                                                Atenciosamente

                                                                 Nova Friburgo, 16 de novembro de 2009.

                                                                                  José E. P. Duarte
                                                                                      coordenador


sábado, 14 de novembro de 2009

Reflexões de um seminarista

A dimensão missionária familiar...

          Rafael de Oliveira Archetti

“Família que reza unida, permanece unida” (Papa João Paulo II, na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae).

        Certamente esta frase do Servo de Deus, o Papa João Paulo II, de saudosa memória, é uma das mais contundentes e incisivas considerações que fizera acerca da família cristã. E sob muitos aspectos poder-se-ia discorrer sobre seu papel fundamental, na constituição da sociedade neste cotidiano cada vez mais iludido pela falsa impressão de que Deus não é mais necessário, e indiscutível importância na moldagem da índole dos membros que a compõem. No entanto, neste mês de outubro, mês das Missões, creio fazer-se mister que reflitamos sobre o caráter missionário que indissociavelmente liga-se à família, Igreja doméstica e sinal visível da presença divina a proteger-nos e guiar-nos.
     Mencionar a formação familiar como presença de Deus em nossa marcha existencial pressupõe as condições necessárias para se definir este ou aquele grupo como família, de fato. Ora, o dicionário Aurélio define família em dois aspectos, dentre outros, muito interessantes, a saber: 1 – pessoas aparentadas que vivem, geralmente, na mesma casa, particularmente o pai, a mãe e os filhos; 2 – origem, ascendência. Para o primeiro, em especial, determinaríamos que as relações familiares baseiam-se, essencial-mente, no dia-a-dia dos lares cristãos. Para o segundo, contudo, o termo família assume uma abrangência muito maior, donde, como costumeiramente consideramos, os antepassados, vivos ou falecidos, estabelecem os parâmetros familiares, extrapolando os limites físicos residenciais, mas enraizados na herança do legado perpetuado através das gerações.
          Assim, a família que nasce do Coração amoroso do Pai, na mútua aceitação dos nubentes, frentes a um ministro da Igreja, assume não somente a responsabilidade subentendida de cooperação, multiplicação e auto-proteção, imediatamente e nas futuras gerações, bem como se confirma, visivelmente, nas promessas realizadas aos pés do altar. Promessas de respeito, amor, fidelidade... E, ainda, uma promessa que talvez ultimamente esteja passando despercebida aos olhos dos noivos: aceitar e educar na fé os filhos que Deus lhes confiar! “A fecundidade do amor conjugal não se reduz só à procriação dos filhos, mas deve se estender à sua educação moral e à formação espiritual” (CIC 2221).
         Nisto reside a dimensão missionária da família! Em ser, a exemplo da Família Sagrada de Nazaré, um lar santo onde a presença de Deus seja indubitavelmente observada e constatada. Ora, é promessa do Senhor acompanhar aqueles que com fé a Ele se dirigirem (“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” [Mt 28, 20b]) e, ainda mais, aqueles que em Seu nome se reunirem (“Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles” [Lc 18, 20]). De fato, não se pode separar esta vocação de ser sacrário do Senhor da família que sob Seus cuidados se forma; e, do mesmo modo, o liame da dimensão missionária e família.
          O Catecismo da Igreja Católica diz-nos que é próprio dos pais iniciarem seus filhos na fé: “Pela graça do sacramento do matrimônio, os pais receberam a responsabilidade e o privilégio de evangelizar os filhos. Por isso os iniciarão desde tenra idade nos mistérios da fé, da qual são para os filhos os ‘primeiros arautos’. Associá-los-ão desde a primeira infância à vida da Igreja. A experiência da vida em família pode alimentar  as disposições afetivas que por toda a vida constituirão autênticos preâmbulos e apoios de uma fé viva” (CIC 2225).
     Ora, o que vemos, muito frequentemente, é a terceirização de todos os passos da formação de nossas crianças, quando a instituição familiar reduz-se à mera reunião entre os provedores de recursos e seus dependentes. Vislumbramos a despreocupação com a formação delas, enquanto atribui-se a outrem a responsabilidade que compete aos pais. Desde a formação intelectual, para a qual os pais enviam seus rebentos esperando que a escola supra suas deficiências como educador e, não obstante, seja capaz de incutir neles princípios morais e éticos que, não raramente, os pais carecem de tempo para apresentar-lhos; como também a formação religiosa, donde observamos cada vez mais intensa a falta de base religiosa familiar nas crianças que são levadas à Catequese. Não muito tempo atrás o seio doméstico era responsável por ensinar as primeiras orações de nossa fé às crianças. Hoje é raro que isto aconteça... Infelizmente!
         O Concílio Vaticano II, na Declaração Gravissimum educationis, sobre a educação cristã, afirma que “o papel dos pais na educação é tão importante que é quase impossível substituí-los” (GE 3). Os progenitores estão delegando seus direitos e devereis de pais a pessoas que, muitas vezes, nem sequer conhecem! A família cristã parece perder-se nas inquietudes de uma vida atribulada e que, cada vez mais, limita tempo para Deus. No mesmo número da referida Declaração ainda lê-se: “A família é a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”.
        A dimensão missionária inicia-se, incontestavelmente, no cuidado com aqueles que, sedentos pelo conhecimento de Deus, esperam em nossos lares pelas palavras capazes de levá-los a experimentar o incomensurável amor de Deus por nós. Como Santa Teresa de Jesus, virgem e Doutora da Igreja, dizia: “Se não tivermos e não procurarmos a paz em nossa casa, não a encontraremos na alheia”.
            Precisamos resgatar a bendita prática de reunir-se em família para render graças a Deus pelos dons recebidos... Suplicar a bênção de Deus sobre os alimentos... Cear juntos... Rezar... Apresentar ao Pai, unidos em oração, as intenções em comum... Ler a Bíblia... Instruir os pequeninos com exemplos, bem mais eloquentes que as palavras!
        Roguemos ao Bom Deus que nos cumule de bênçãos, por intercessão da Sagrada Família, louvando-o pela honra de ter-nos dado Jesus nascido numa família humana, a fim de que gozasse das docilidades e asperezas de uma família. Enfim, subam-Lhe nossas orações pelas palavras do Ritual de Bênçãos de nossa Igreja: “Nós Vos bendizemos, Senhor, que, na Vossa infinita misericórdia, quisestes que o vosso Filho, feito homem, fizesse parte duma família humana, crescendo no ambiente da intimidade doméstica e conhecendo as suas preocupações e alegrias. Humildemente Vos pedimos, Senhor: guardai e protegei nossas famílias, para que, fortalecidas pela vossa graça, gozem de prosperidade, vivam na concórdia e, como Igreja doméstica, sejam no mundo testemunha da Vossa glória”. *
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* Adaptada da Oração de Bênção da Família; Ritual Romano de Bênçãos, P. 27, nº 58 – G. C. [Gráfica de Coimbra] / Conferência Episcopal Portuguesa.
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

FESTA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS COMEÇA NESTA SEXTA-FEIRA

O padre Gelcimar Celeste, Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, liberou a programação da festa da padroeira que começa dia 13 e prossegue até dia 29. A programação é:
13/11 - sexta-feira
18h30: abertura das novenas da padroeira e missa as 19h
celebrante padre Marcus Vinícius
15/1 domingo
07h30 e 09h30: missa
15h30: carreata e benção dos veículos, após a benção – entronização da imagem de Nossa Senhora das Graças, celebrante Padre Gelcimar
19h30: apresentação do Coral da Casa D’Italia
16/11 - segunda-feira 
19h: missa presidida por D. Alano Maria Pena, Arcebispo de Niterói
17/11 - terça-feira
19h: missa celebrada pelo padre Roberto José Pinto
18/11 - quarta-feira
19h: missa celebrada pelo padre Miguel Angel Marquiegui Zubiarrain
19/11 - quinta-feira
19h: missa celebrada pelo padre Antonio Leão Ferreira
20/11 - sexta-feira
19h: missa celebrada pelo padre Severino Correia da Silva
22/11 - domingo
 missas às 07h30, 09h30
12h: almoço
18h: Encerramento das novenas
18h30: abertura da festa, celebrante Padre Gelcimar; após a missa apresentação do Coro Sinfônico da Banda Euterpe Friburguense, em seguida show popular.
23/11 - segunda-feira
19h: missa de unção dos idosos e benção dos objetos, celebrada pelo padre Jorge Getulio
24/11 - terça-feira
19h: missa de consagração das crianças da comunidade, celebrada pelo padre Fábio da Cunha Felipe
25/11 - quarta-feira
19h: missa da 1ª Eucaristia dos adultos celebrada pelo padre Gelcimar Celeste
26/11 - quintqa-feira
19h: missa do Crisma celebrada pelo Monsenhor Antonio Stael de Souza
27/11 - sexta-feira - dia da padroeira
06h:  alvorada festiva
19h,: missa solene presidida por D. Rafael Llano Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo; após a missa louvor com a Banda Graça Divina
28/11 - sábado
9h: missa com coroação da imagem de Nossa Senhora celebrada pelo padre Gelcimar
29/11 - domingo
07h30: missa
09h30: missa da 1ª Eucaristia das crianças da catequese celebrada pelo Padre Gelcimar
17h30: grandiosa procissão e logo após missa solene  celebrada pelo padre Gelcimar – pregador padre Flávio Vieira Jacques (Pároco da Paróquia São Roque. Após a missa grande coroação de Nossa Senhora e queima de fogos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009


Esperança em detrimento da experiência
         Seminarista Rafael de Oliveira Archetti


“Caminhante, as tuas pegadas são o caminho e nada mais...” (Antonio Machado, em Cantares).



        Cada vez que nossas relações humanas tomam ares mais profundos de convivên-cia particular, irremediavelmente nos lançamos numa tênue caminhada onde residem, lado a lado, a expectativa animada do nascimento de amizades indestrutíveis e a iminência de fracassos circunstanciais que nos lançam numa profunda situação de descon-tentamento com nossa capacidade incomparável de sempre fazer triunfar a esperança sobre a experiência. Isto nos torna fascinantes!
       Lançamo-nos com tanto afinco numa relação que sequer chegamos a lembrar que outrora fôramos infelizes pela incapacidade de compreensão de outrem a nosso respeito. É bem verdade que as feridas emocionais não se curam com o pernoite eficaz no tratamento de uma aguda dor de cabeça, por exemplo. E não raramente incitamos nossa proteção natural anti-sofrimento, como se pudéssemos sobreviver sem aquelas mazelas alheias que tanto nos assolam, não obstante, tornam-nos profundamente fortes para os passos cotidianos.
        A verdade é que somos profundamente egoístas, por mais que nossa luta diária possa residir exatamente na tentativa de minimizar nossas falhas tão alarmantes e na medida em que aquela indizível personalidade que ornara nosso caminhar afasta-se de nossa realidade, sofremos! Entretanto, isto se dá bem mais pela incapacidade de encon-trar sentido e objetivo naquilo que somos irremediavelmente forçados a executar, ainda que seja a mais singela e vital atividade, como o respirar, que pelo infortúnio de ser-nos retirado do convívio alguém tão expressivo, seja pelas desavenças inevitáveis, seja pela insofismável vocação humana à morte.
        E nesse dever de expectativas e frustradas constatações, somos inevitavelmente conduzidos à abominável teoria do preenchimento de nosso vazio existencial, mas sem-pre louvável quando considerada pelo ângulo da superação de nossas desventurosas relações inter humanas. Precisamos satisfazer nossa necessidade do convívio entre os nossos e, mesmo sabendo e experimentando que a presença de um acalenta a forte revolta pela ausência de outrem, somos impelidos pela censura à primeira vista de nossos sentidos a evitar aqueles que aparentam possuir as imperfeições que tanto odiamos em nós mesmos. Como se pudéssemos intuir tais concepções...
        Vemos tomar volume a lista daqueles que adquirem acesso às novas tecnologias, como a Internet, e neste “mundo de ninguém” lançam-se na iludida expectativa de en-contrar na personagem virtual que se apresenta um sincero e inseparável escudeiro. As relações humanas tenderam a resumir-se num encontro no qual a distância geográfica pouco importa, em real prejuízo ao tradicional e mais indicado “encontro olho-no-olho”.
         O ser humano não é uma ilha! Não podemos viver afastados de um meio que nos forme, nem de uma civilização, ainda que nem tanto civilizada, exatamente porque tais conceitos são gerados por aqueles que, alheios às diversas manifestações culturais, ainda são capazes de mensurar realidades diferentes tais quais fossem numa mesma medida.
          Somos errantes e seremos assim! Inevitavelmente... Dois dos grandes compositores brasileiros, numa de suas canções, assim dir-nos-iam: “Não somos perfeitos; ainda!” (Seres Humanos, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos). E nessa incessante busca de perfeição, particular e também na pessoa do outro que se apresenta como companheiro de caminhada, deparamo-nos com os erros tão repudiados e precisamos aprender que na longa jornada o importante é considerar os acertos, como méritos daqueles que perseveram em seus objetivos, justamente porque ao permutarmos nossas interações huma-nas com o intuito de precaver-nos das lacunas que foram constatadas, lançamo-nos naquela falsa tranquilidade que nos remete a um eu ilusoriamente inatingível, pelo endeusamento de um caráter que é modelo apenas para o nosso fútil mundo egocêntrico.
          Abrir-se às interações sem medo de decepcionar-se é o clamor que ulula no âmago de nosso ser desde os primórdios deste planeta, quando até mesmo o relato bíblico da criação* faz-nos vislumbrar, seja em qual for a intensidade necessária, que só so-mos completamente felizes quando encontramos pessoas com quem compartilhar nossas experiências, felicidades e inevitáveis fracassos. É quando compartilhamos experiências que vemos que nossos sofrimentos podem ter valido a pena, mesmo que para outros mais que para nós!
             Outrora, a necessidade de interagir com os da mesma espécie era uma questão de sobrevivência, quando o bando possuía mais chance de sobressair-se na luta contra os predadores. Hoje, ainda, a sobrevivência é o objetivo, mesmo que noutros parâmetros...
         Buscamos pessoas verdadeiramente importantes, independente daquilo que so-mos ou precisaríamos conseguir ser! Para quem chorar ou sorrir não significará, em hipótese alguma, tentativa de persuasão; precisamente porque a estes não se faz mister provar nada. Com as quais confirmaríamos aquela máxima do filósofo Francis Bacon: “A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas”.
            A isto sim vale a pena se lançar. Neste intuito as reservas naturais são desarma-das e a dualidade tênue supracitada recebe nosso incentivo e coragem objetivando experiências novas e indescritíveis; momentos em que a importância é medida não pela duração temporal de seus acontecimentos, mas sim pela intensidade destes; pois, como diria o poeta Antonio Machado, que epigrafou esta seção, “Caminhante, as tuas pegadas são o caminho e nada mais; Caminhante não há caminho, o caminho faz-se ao caminhar”
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* Referência ao texto contido em Gênesis 2, 20, onde se pode ler: “O homem pôs nomes a todos os animais, a todas as aves dos céus e a todos os animais dos campos; mas não se achava para ele uma ajuda que lhe fosse adequada”.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

HISTÓRIA DA CATEDRAL

      Numa solenidade comandada pelo Bispo da Diocese de Nova Friburgo, Dom Rafael Llano Cifuentes e o Vigário Geral e Pároro da Catedral São João Batista, Monsenhor Antonio Stael de Souza, a história da Catedral será eternizada no próximo dia 27 às 20 na porta principal da igreja.
     Depois de um trabalho fantástico do Pró-Memória, através do funcionário Rony, uma placa com toda história da mais antiga igreja da nossa Diocese será afixada, com a presença de diversas autoridades.

MAIS UMA BOA SURPRESA DE BENTO XVI

             O Papa Bento XVI continua surpreendendo. Da mesma forma que mantém a busca pela verdade, o Cardeal Ratzinger nos brinda com surpresas inimagináveis, basta lembrar de suas recentes viagens, principalmente a países antes impossíveis de entrar para diálogo, como a Jordânia, República Tcheca e etc.
            Agora ao acenar para o retorno dos nossos irmãos anglicanos para a Igreja Católica Apostólica Romana, Bento XVI dá mais uma mostra de humanidade e, acima de tudo, vontade de mostrar ao mundo que todos somos irmãos no mesmo Pai.
         Ao todo 77 milhões de anglicanos se espalham pelo mundo inteiro, mas aproximadamente 500 mil já visualizaram a possibilidade de voltar e se reintegrar à verdadeira Igreja de Jesus Cristo.
          Para muitos esse montante é muito pequeno, mas levando-se em conta que todo retorno é benvindo e que o Pastor recebe de volta suas ovelhas esses dados são super importantes.
           Com isso, Bento XVI continua o trabalho de descobrir a verdade, iniciado por seu antecessos  João Paulo II, além de  promover a paz entre os irmãos e ao mesmo tempo levar Jesus a todos os povos, função precípua do representante de Pedro na terra.
           Quando João Paulo II, pediu desculpas pelo holocausto, muita gente o criticou, como agora, já tem gente com sua espada levantada para Bento XVI, mas o chefe maior da nossa Igreja, mostra a todos nós sua humildade.
        Evidentemente que a mídia, principalmente aquela que não tem compromisso com a verdade dos fatos, mas sim, com o sensacionalismo barato, vai iniciar uma série de ataques à Igreja Católica, notadamente o Santo Padre, porém, esse processo de readmissão não é só de leigos, e poderá até abranger padres anglicanos casados que poderão seguir sua missão sacerdotal dentro do munus católico, ainda não se sabe como.
        É também verdade que o Rei Henrique VIII se estivesse vivo, jamais concordaria com essa decisão, pois foi por um ato de rebeldia que ele criou a igreja anglicana para poder se casar novamente, mas isso agora não vem ao caso, mas sim, a simplicidade com que Bento XVI  conduz essa causa tão nobre (José Duarte - Jornalista Profissional registrado no Ministério do Trabalho sob o número 13358/SP, Coordenador da Pastoral de Comunicação do Vicariato Sede da Diocese de Nova Friburgo, Apresentador do Programa Mãos Abertas da TV Focus - canal 20.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

PAI NOSSO

       Pai Nosso  - O segredo de uma oração, é o título dolivro que o Pastor Armindo M¨6uller acaba de lançar. O livro ´mostra a oração do Pai Nosso no antigo testamento, no novo testamento e considerações importantes. São 48 páginas bastante suscintas  e explicativas, onde ele aborda todos os detalhes da oração que Jesus nos ensinou.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jovens do Rio de Janeiro estarão na Casa dos Pobres

      Mais uma vez o grupo de jovens da Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes em Bonsucesso, Rio de Janeiro, estará em Nova Friburgo no próximo dia 22 de novembro. Eles estarão na Casa dos Pobres São Vicente de Paulo para levar um palavra de carinho e afeto aos mais de 300 internos daquela casa de caridade.
     Anualmente o gupo faz este trabalho e somente em 2008 não compareceram em em virtude de problemas financeiros.
   O grupo virá com 80 pessoas, chegará logo depois do almoço e os telefones para contato são: (21) 3105.9237 (Orlando) ou (21) 3105.7988/ 7881/8021 (Leonardo)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

DOM RAFAEL

A vida do Bispo da Diocese de Nova Friburgo, Dom Rafael Llano Cifuentes estarásendo o destaque do programa especial que está sendo preparado pela TV Canção Nova, abordando toda caminhada do nosso bispo desde sua entrada no seminário, até a sagração de bispo e a posse na Diocese de Nova Friburgo.

O programa vai ao ar dia 19 de dezembro, das 20 às 22h pela TV Canção Nova, canal 19 da RCATV e vai comemorar os 50 anos de sacerdócio de nosso bispo.

Não percam.

TV SECULO XXI

A cordenação da Pastoral de Comunicação do Vicariato Sede da Diocese de Nova Friburgo, continua solicitando aos nossos irmãos a colaboração de contribuir com o máximo de assinaturas no abaixo assinado que pede o retorno da Tv Século XXI na grade de programação da RCATV e a implantação do canal católico de Nova Friburgo.

O abaixo assinado está sendo distribuido na Livraria Agnus Dei, Paróquia Nossa Senhora das Graças, integrantes da Pascom e Renovação Carismática Católica