Segunda-feria da XV semana comum
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Jesus sempre desejou a paz e ofereceu os valores que a promovem.
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Liturgia do dia: Isaias 1, 10 -17
Salmo: 49
São Mateus 10, 34. 11, 1
PRATICANDO
O culto estéril e sem compromisso coma vida não agrada a Deus; um copo de água dado com amor a quem tem sede pode valer mais que muitos sacrifícios vazios.
Quando esses valores são negados ou rejeitados, só resta ao discípulo a opção corajosa pela verdadeira paz de Jesus, em vez de escolher uma pseudopaz.
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Divulgue
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Igreja católica ajuda na libertação
de presos políticos em Cuba
Os preparativos para libertar 52 presos políticos em Cuba e enviá-los para a Espanha após um acordo mediado pela Igreja Católica foram acelerados neste sábado, 10.
A mãe de um dos presos disse que ele já estava a caminho de Havana. A libertação não foi confirmada ainda pela Igreja, mas um comunicado divulgado hoje informou que mais 12 presos devem ser soltos "em breve", aumentando de cinco para 17 a lista dos que serão soltos.
O Arcebispado de Havana emitiu neste sábado um segundo comunicado informando das sete libertações. Elas se somam às cinco anunciadas há poucas horas e a outras cinco divulgadas na quinta-feira passada.
Os 52 homens estavam entre 75 dissidentes políticos presos em 2003, em uma ação enérgica do governo cubano que prejudicou suas relações diplomáticas. Outros já foram soltos, a maioria por motivos de saúde.
Eles cumprem penas que variam de 13 a 24 anos de prisão por violar as leis cubanas destinadas a conter a oposição, e o que o governo chama de atividades subversivas.
Negociação
A Igreja Católica cubana anunciou que o governo concordou em libertar 52 presos políticos, em uma grande concessão à pressão internacional para melhorar as condições de direitos humanos na ilha.
Os 52 homens parecem ser os que permanecem na prisão entre o chamado Grupo dos 75, presos na repressão da Primavera Negra de 2003, e condenados a penas de até 28 anos de cadeia.
O anúncio foi feito após recentes diálogos entre o presidente cubano, Raúl Castro, e o líder da Igreja Católica em Cuba, cardeal Jaime Ortega. A Igreja assumiu um papel mais determinante nos assuntos internos da ilha desde maio.
Também veio logo após um encontro entre o chanceler espanhol, Miguel Angel Moratinos, com autoridades cubanas nesta terça-feira. Moratinos disse que foi à ilha para oferecer apoio aos esforços da Igreja.
"
Sentimos uma enorme satisfação. Abre-se uma nova etapa em Cuba, com o desejo de solucionar definitivamente a questão dos presos", disse Moratinos, em sua primeira manifestação pública ao anúncio das libertações.
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