MISSAS NO ANO NOVO
DIA 31 DE DEZEMBRO
Catedral São João Batista: 20h
Paróquia São Francisco de Assis: 20h
Paróquia Nossa Senhora das Graças: 18h30
Paróquia Sant´Ana (Cônego): 21h
Paróquia São Roque: 19h30
Paróquia Santa Terezinha: 19h
Paróquia São Pedro e São Paulo: 19h
Paróquia Imaculada Conceição: 22h
Paróquia São Bento Abade: 20h
Paróquia São Cristóvão: não haverá missa
Paróquia São Sebastião (Lumiar): 19h
Paróquia Sant´Anna (Campo do Coelho): 19h
Paróquia Nossa Senhora do Rosário: 19h30
Paróquia Santo Antonio Cristo Ressuscitado: 22h
Paróquia Nossa Senhora Assunção:
Paróquia Santa Eswiges:
DIA 1° DE JANEIRO DE 2010
Catedral São João Batista: 09 e 17h
Paróquia São Francisco de Assis: 10 e 18h
Paróquia Nossa Senhora das Graças: 18h30
Paróquia Sant´Anna (Cônego): 19h
Paróquia São Roque: 19h30
Paróquia Santa Terezinha: 19h30
Paróquia São Pedro e São Paulo: 19h30
Paróquia Imaculada Conceição: 09h
Paróquia São Bento Abade:18h30
Paróquia São Cristóvão: 18h
Paróquia São Sebastião (Lumiar): 19h
Paróquia Sant´Anna (Campo do Coelho): 19h
Paróquia Nossa Senhora do Rosário(Riograndina: 10h
Paróquia Santo Antonio Cristo Ressuscitado (Prado): 7, 8h40 e 19h
Paróquia Nossa Senhora Assunção:
Paróquia Santa Edwiges:
Órgão de comunicação eletronica das atividades da Igreja Católica de Nova Friburgo e outros assuntos que envolvam a Igreja Católica Apostólica Romana
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
QUAL O MELHOR PRESÉPIO
A coordenação da Pastoral de Comunicação do Vicarito Sede da Diocese de Nova Friburgo relacionou seis presépios da cidade e quer saber sua opinião sobre qual o melhor? Vote através de pascom@gigalink.com.br. Qual o melhor? Qual o mais criativo? No dia 6 de janeiro, entre os e-mails que recebermos dois serão sorteados e ganharão brindes da Pascom.
Antes de votar, conheça um pouco sobre a história do presépio de natal. Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. A palavra presépio significa “um lugar onde se recolhe o gado; curral, estábulo”. Porém, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo.
As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI e, no século seguinte, a primeira réplica da gruta no Ocidente foi construída em Roma.
Atualmente, tradições natalinas antigas como a árvore de natal, o Papai Noel, a ceia de natal, o presépio e as músicas natalinas dão forma à celebração do Natal ao redor do mundo. Veja agora os seis escolhidos:
domingo, 20 de dezembro de 2009
JUBILEU DE DOM RAFAEL
A entrada dos bispos
Dezenas de padres concelebraram
D. Rafael chega ao altar
D. Rafael faz seu pronunciamento final
Arautos do Evangelho
O Prefeito Heródoto e o Secretário Geral Braulio Resende
O Grupo Restauração da Paróquia São Bento fez a parte musical
D. Roberto Guimarães (Bispo de Campos) proferiu a homilia
A foto do bispo com seus pais em 1959 logo depois de ordenado padre
O ginásio do Anchieta ficou lotado
Momento da Oração Eucarística
As Irmãs da Toca de Assis cantaram o Adoro Te Devovo
Emoção. Muita emoção. Não há outra forma de descrever a missa solene comemorativa do Jubileu de Ouro de ordenação sacerdotal de D. Rafael Llano Cifuentes, Bispo da Diocese de Nova Friburgo, realizada sábado no ginásio do Colégio Anchieta. Os milhares de amigos do nosso bispo, que compareceram demonstraram todo seu afeto por um Pastor que nos últimos cinco anos, à frente da Igreja Particular de Nova Friburgo tem sido o verdadeiro exemplo, não só para os 19 municípios e as 53 paróquias sob seu comando, mas também por outros cleros religiosos.
O prestígio de D. Rafael foi ratificado pela presença de 18 bispos das várias regiões do país que compareceram entre eles: D. Orani João Tempesta (Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro) e D. Dimas Lara Barbosa (Secretário Geral da CNBB). O Papa Bento XVI enviou do Vaticano uma carta que foi lida no início da missa pelo padre Gelcimar Petinati Celeste (Chanceler do Bispado e Paróco da Paróquia Nossa Senhora das Graças). A homilia da missa foi prefeida por Dom Roberto Guimarães (Bispo de Campos) e várias homenagenes foram prestadas a D. Rafael, uma delas pelo Monsenhor Antonio Stael de Souza (Vigário Geral da Diocese e Pároco da Catedral São João Batista).
Seu amor pelos sacerdotes foi retribuido com a presença de 76 padres de várias partes do Estado do Rio de Janeiro, além doclero diocesano. Impossibilitado de comparecer em virtude do falecimento de seu irmão na madrugada de sábado, o Arcebispo de Niterói e ex-bispo de Nova Friburgo D. Alano Maria Pena, foi representado por seu auxiliar D. Roberto Francisco Ferreira Paz.
Entre as homenagens prestadas, aconteceram danças organizadas pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Bom Jardim, apresentação de fotografias de Dom Rafael com seus pais Antonio e Estela logo depois de ordenado padre em 1959.
Emocionado com todas as homenagens que lhe foram prestadas, D. Rafael fez seu discurso ratificando seu amor por Nova Friburgo, a alegria de estar numa diocese onde é recebido com muito carinho por todos, repetindo a frase que pronunciou no dia de sua posse em 20 de junho de 2004, " eu aqui quero viver, eu aqui quero viver".
Após a missa foi servido almoço para todos os presentes, corte do bolo e apresentado um filme com um relato da vida de D. Rafael
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
MISSA SOLENE COMEMORA OS 50 ANOS DE SACERDÓCIO DE D. RAFAEL
Um home de Deus com 50 aos de
vida dedicados à Igreja Católica
Bispo da Diocese de Nova Friburgo desde 20 de junho de 2004, D. Rafael Llano Cifuentes completa neste dia 20 de dezembro 50 anos de vida sacerdotal (Jubileu de Ouro). Nascido na cidade do México à 18 de fevereiro de 133, ordenado sacerdote em 20dedezembro de 1959. Em 1960, transferiu-se para o Brasil e foi , eleito bispo em 04/04/1990, e sagrado na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro em 29/06/1990, ficando como auxiliar até 2004. D. Rafael é um homem de ação dentro da igreja, alegre, escritor de primeira categoria, tanto que possui mais de 47 livros editados e este ano foi empossado na Academia Brasileira de Filosofia e Academia Friburguense de Letras. É formado em direito civil pela Universidade de Salamanca e doutorado em direito canônico pela Universidade Pontifícia de São Tomás em Roma.
Como padre dispensa comentários e como bispo tem um maravilhoso trabalho pastoral, sempre mantendo o carinho pelos jovens e pela família. Ele atuou no Movimento de Renovação Carismática Católica, criou o Movimento Pró Vida, criou os encontros Jovem Rio que antecedem a cada dois anos em união com o Papa as Jornadas Mundiais da Juventude e criou também em 1992, o Instituto Pró-Família da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Em 2000 foi eleito vice presidente do Regional Leste I da CNBB e hoje é o atual presidente.
No momento em que comemora 50 anos de vida sacerdotal, D. Rafael vai receber todo povo de Deus, familiares, amigos e bispos do Brasil e vários países de fora, numa missa solene neste sábado, 19, às 10h no ginásio do Colégio Anchieta. Nesta entrevista ele aborda vários assuntos.
PS Como o senhor descobriu a sua vocação sacerdotal?
D.RAFAEL: eu na verdade não descobri a minha vocação sacerdotal, mas ela saiu do meu encontro, para minha surpresa, eu não queria ser sacerdote, mas a coisa me foi apresentada de tal maneira que eu me senti como o Senhor me chamasse, então eu a muito custo e coragem, tomei a minha determinação e a partir desse momento não tive nenhuma sombra de dúvidas sobre a vida religiosa.
PS: Que tipo de dificuldade o senhor encontrou enquanto seminarista?
D. RAFAEL: Olha, eu não encontrei nenhuma dificuldade.
PS: Qual o perfil do padre de sua época para o padre de hoje?
D. RAFAEL: São muitos aspectos, facetas, mas eu ressaltaria algumas: uma profunda vida espiritual; sintonia perfeita com o magistério pontifício; abertura a todos os problemas sociais políticos da nossa época. O padre não é alguém que está retirado no mundo mas que vive inserido no fermento da paz
PS: Além de fé e dedicação à igreja o que não pode faltar no padre?
D. RAFAEL: Não pode faltar no padre um grande amor ao nosso povo, especialmente os menos favorecidos
PS: Existe diferença de um padre formado na Europa por um formado na América?
D. RAFAEL: Existe sim, mas depende muito de cada país de cada época
PS: Duas frases marcara sua chegada “ eu aqui quero viver, eu aqui quero morrer” seu pensamento ainda é o mesmo?
D. RAFAEL: Graças a Deus, é o mesmo pensamento. Eu não sei se morrerei aqui, ou na estrada, ou sei lá, mas com certeza eu aqui quero morrer e aqui quero viver, mais ainda, já determinei o lugar onde quero ser sepultado, fizerem embaixo do altar do sacrário do seminário Diocesano, o lugar onde eu vou ficar
PS: Qual a análise que o senhor faz de alguns segmentos da Renovação Carismática Católica (RCC)? Não o seria um misto de espiritismo com igreja protestante?
D. RAFAEL: Eu fiz um trabalho bastante extenso sobre a RCC e depois vou passar para você, ele aborda muitos aspectos da RCC eu tenho que dizer que RCC bem vivida, não tem nada haver com o espiritismo nem com qualquer igreja protestante, é um momento de evangelização bastante profundo
PS: Em relação à sua chegada, poderíamos dizer que o clero diocesano evoluiu?
D. RAFAEL; Eu penso que o nosso clero diocesano é muito bom, penso também que no decorrer destes 5 anos, houve um grande amadurecimento por parte de todos
PS: Qual o fato que mais marcou o senhor nestes 5 anos de episcopado?
D. RAFAEL: Eu não posso dizer qual é o fato, talvez um fato muito importante que é o carinho demonstrado pelo povo, eu tenho encontrado nas 54 paróquias da diocese e nos 19 municípios um carinho muito grande, às vezes um carinho que se manifesta de uma forma plausível, radiante, com abraços, homenagens. E é uma coisa que comove. Eu tenho que agradecer ao povo, aos fiéis da nossa diocese toda, talvez seja este o fato mais marcante.
PS: O senhor considera que sua maior obra foi a construção do seminário?
D. RAFAEL: Acredito que sim, uma obra que eu não sei até agora como conseguir realizar, porque não tínhamos dinheiro, nós fizemos uma campanha em várias fases, as paróquias contribuíram, foram generosas, também conseguimos de maneira bastante providencial, vender ou conseguir desapropriar alguns terrenos , conseguimos dinheiro em algumas entidades da Alemanha,pedi fisicamente a algumas empresas e superamos esta caminha com muita generosidade de todos. Temos que ressaltar aqui Chico Faria da Stam, ele pagou inteira todas as obras da capela, depois dona Helena sua esposa, agora o Rogério seu filho, por isso a eles temos que ter um agradecimento muito especial
PS: O que ainda falta na diocese? Muita gente diz que o Vicariato Litoral é uma diocese dentro da outra, o senhor concorda com isso?
D. RAFAEL: Eu solicitei ao Núncio Apostólico que fizesse uma nova diocese compreendendo todo Vicariato Litoral, junto com Buzios e Cabo Frio. Ele disse que não estava na hora e que haviam outras dioceses mais necessitadas,m então eu PDI um bispo auxiliar, ele disse, “ isso é mais possível”, mas a verdade é que não saiu, portanto temos que acolher a todos.
PS: Pastoralmente falando o senhor conseguiu realizar todos os seus projetos:
D. RAFAEL: Não todos não, eu gostaria que tudo corresse melhor, que houvesse uma evangelização mais profunda, que a missão popular desse mais resultados, mas eu estou muito contente com as realizações pastorais que se deram na diocese.
PS: Nova Friburgo é uma cidade com 25% da população sem emprego e 9% sem alfabetização, de que forma a igreja pode ajudar nesse sentido?
D. RAFAEL: A igreja pode ajudar de uma maneira limitada, s setor de empregos temos a Cáritas Diocesana que tem um balcão funcionando diariamente e tem conseguido graças a Deus grandes benefícios, na alfabetização todas as paróquias tem um grande trabalho e temos o trabalho de catequese que é de suma importância para a diocese.
AVS: O senhor disse quando assumiu, que não queria padre de aquário, dentro de sacristia, conseguiu fazer isso acontecer?
D. RAFAEL: Nós somos pescadores, Nosso Senhor nos disse que somos pescadores de homens e também nos disse Duc in Alto, o que é um arauto, então é triste ver que nós nos dediquemos a fazer um trabalho de pesca dentro o aquário, das sacristias, dos salões paroquiais, evangelizando os que já estão evangelizados, quando na realidade teríamos que sair, eu penso que em grande parte nós conseguimos com a missão popular. Há paróquias que tem mais de 100 missionários e essa missão popular tem feito grandes progressos.
PS: Nossa diocese é privilegiada no seu se refere a vocação sacerdotal, a que o senhor credita esse sucesso, ao contrário de outras do Estado do Rio ou do Brasil?
D. RAFAEL: Realmente a nossa diocese tem um crescimento vocacional muito bom, eu consegui ordenar mais de 25 sacerdotes e outros diáconos, as vocações aumentam a cada dia, penso que isso é o reflexo do impulso que temos dado à Pastoral Vocacional e também ao bom desempenho que tem o nosso seminário diocesano, tanto na parte humana, como na parte formativa. Humanamente é um grande ambiente, propicia isso, foi construído para que não parecesse um quartel, e também um mosteiro, os padres tem que compreender que são padres ceculares e tem que viver na sua casa paroquial. A casa paroquial tem que ser uma projeção do seminário e o seminário uma projeção da família.
PS: O que fazer para resgatar a família, diante de uma mídia que prega desunião, prostituição, violência e tudo que gera discórdia.
D. RAFAEL: A família é tudo, o homem, nasce, se sacrifica e morre numa família, a vida é uma família, então a dissolução da família é a dissolução da célula básica da sociedade. Tem que haver em nós um grande empenho de se envolver a Pastoral Familiar que na nossa diocese e á prioridade. Os valores e os contra valores da sociedade constituem os valores e contra valores da nossa família. Infelizmente os meios de comunicação social, as propagandas pornográficas as novelas prejudicam muitos, mas nós somos responsáveis para isso não acontecer.
PS: Igreja e política combinam?
D. RAFAEL: sim combinam, porque, o cidadão e fiel, então quem tem que fazer a política é o próprio leigo e esse leigo, fiel da igreja tem que ser o protagonista da ação política. É triste ver como a falta de leigos católicos que realmente lutem para conseguir uma ação política considerável. O que não combina é a igreja com a política partidária. A igreja não pode optar por partidos, especialmente porque sendo a igreja universal católica, não pode se inclinar por uma parte, o partido é parte, portanto igreja não combina com tendência partidária
PS: O que eu não perguntei e o senhor gostaria de citar?
D. RAFAEL: Acho que tudo foi perguntado, mas eu gostaria de dizer que nestes 5 anos tenho que dar muitas graças a Deus, por todo carinho que recebi da sociedade num todo, nesta cidade querida, agradável. O friburguense não é demagógico, não faz amizades facilmente, mas é fiel ás suas amizades.
domingo, 13 de dezembro de 2009
A ORIGEM DO NATAL OS PRESÉPIOS
Universal, abrangente, calorosa assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
O PRESÉPIO
No ano de 1223, no lugar da tradicional celebração do natal na igreja, São Francisco, tentando reviver a ocasião do nascimento do Menino Jesus, festejou a véspera do Natal com os seus irmãos e cidadãos de Assis na floresta de Greccio. São Francisco começou então a divulgar a idéia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus.
De lá pra cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalino se difundiu pelo mundo criando uma ligação com a festa do Natal. Já no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica.
Em Nova Friburgo o presépio da Praça dermeval Barbosa Moreira ficou belíssimo, à oite mostra um colorido especial, mostrando realmente a presença do Jesus Menino; na porta do Palácio Barão de Nova Friburgo, muita gente criticou a decoração de natal, mas ele retrata a moradia de Papai Noel, a chegada do velinho, suas caracteristicas.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
MISSA DE CURA
Esta semana fui questionado por uma pessoa frequentadora de missas em várias paróquias do centro da cidade, afirmando que não entendia porque "missa de cura". Recentemente conversando com um padre amigo, eu também levantei essa dúvida, "porque missa de cura se a Eucaristia cura"?.
Por isso, rersolvi explicar melhor sobre isso, porque antes mesmo de cursar a teologia na Faculdade Tibiriçá (SP) nos reuniamos diariamente no bairro onde fui nascido e criado, para ir à missa, porque ali, encontrávamos, cura, paz, tranquilidade, o bálsamo para nossos males, enfim, ali estava Jesus.
De repente a igreja criou a MISSA DE CURA, Porque?
Missa é a celebração do mistério pascal de Cristo. Ela é o cume e a fonte de todas as nosssas atividades. A participação na missa deve ser um dever de todo cristão, em função de seu batismo, pleno, consciente e ativo. O ConcílioVaticano II diz que a missa é a constituição de todos os nossos anseios no ápice de um ato liturgico chamado Eucaristia e que assim, os cristãos atualizam o gesto de Jesus. Participar da missa é colocar-se em atitude de entrega a Deus Pai e aos irmãos.
Na missa sentimos com Cristo a concretização da salvação e da libertação de todos os males que nos levam a ser verdadeiramente livres " porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança deramado por muitos homens em remissão dos pecados " (Mt 26,28)
Participar da missa é comungar, trazer Cristo para dentro de sí e depois leva-lo ao irmão. Quando comungamos sentimos-nos fortalecidos e assim temos que ser veículos transformadores do mundo.
A Eucaristia é o nosso comprometimento com a fé celebrada. A Eucaristia é a nossa riqueza, fonte de salvação, " eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo " (Lucas 16, 9 - 15).
Entendo assim, que a Eucaristia é a nossa cura, salvação do corpo, da alma, e para tanto não há necessidade de missa específica de cura, pois toda missa já é de cura. Da mesma forma que os crentes tem o culto, nós católicos temos a missa que é nossa única e maior fonte de proximidade com Deus e a Virgem Maria.
A maior resposta que toda missa cura eu acabei de ter semanas atrás. Contraí rotavirus, fiquei internado sem poder comer oiu beber nada, anão ser água de côco e arroz. Emagreci 4 quilos e sentia muita fome.
De repente, com certeza coisa de Deus, senti vontade de comungar e pedi a comunhão. A verdade é que aquela fome ávida foi saciada pela Santa Comunhão, ou seja, Jesus Cristo, naquele momento foi meu sustento do corpo e da alma.
A maior resposta que toda missa cura eu acabei de ter semanas atrás. Contraí rotavirus, fiquei internado sem poder comer oiu beber nada, anão ser água de côco e arroz. Emagreci 4 quilos e sentia muita fome.
De repente, com certeza coisa de Deus, senti vontade de comungar e pedi a comunhão. A verdade é que aquela fome ávida foi saciada pela Santa Comunhão, ou seja, Jesus Cristo, naquele momento foi meu sustento do corpo e da alma.
Assinar:
Postagens (Atom)





















