domingo, 27 de fevereiro de 2011

SEMANA NACIONAL DA FAMILIA

Caríssimos Srs. Arcebispos e Bispos, Assessores Eclesiásticos, Sacerdotes, Diáconos, Religiosos(as) e Seminaristas
Caríssimos Agentes de Pastorais, Movimentos, Serviços e Institutos Familiares
Saúde e Paz!
           A Semana Nacional da Família, evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil, é hoje uma realidade. Com início em 1992 como resposta à inquietação, ao descontentamento e desejo de se fazer alguma coisa em defesa e promoção da família, cujos valores vêm sendo agredidos sistematicamente em nossa sociedade. Escolheu-se, para isso, a semana seguinte ao dia dos pais, no mês de agosto, por ser o mês vocacional, este ano será de 14 a 20 de agosto.
         A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar lançaram o Livreto “Hora da Família”, cujo tema deste ano (2011) é: “Família, Pessoa e Sociedade”. A obra, que já está em sua 15ª edição com uma tiragem de 210.000 (duzentos e dez mil exemplares), começou a ser editada desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994, passou a ser publicada anualmente. O Livreto “Hora da Família”, abaixo, apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família. A publicação ainda traz sugestões de celebrações e reflexões sobre o Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Catequista, Dia do Nascituro, entre outras, enfim, um Livreto para ser usado o ano todo ao custo de R$ 2,00. Fazemos nossa oração pelos nossos queridos pais e pelas famílias do Brasil com o refrão: “Ilumina, ilumina nossos pais, nossos filhos e filhas. Ilumina, ilumina cada passo das nossas famílias. Amém”.
       Recomendamos aos Coordenadores Paroquiais da Pastoral Familiar e aos Coordenadores de Movimentos, Serviços, Pastorais e Escolas que desejarem adquirir o livreto “Hora da Família”, que façam seus pedidos diretamente aos Coordenadores da Pastoral Familiar de Vicariatos, Decanatos e Regiões, que serão entregues aos Coordenadores (Arqui) Diocesanos da Pastoral Familiar, os quais, então, enviarão os pedidos ao novo Casal Administrativo Financeiro da Comissão Regional, Paulo e Marisa, responsável pela distribuição e venda no Regional Leste 1, por tel. (21) 2714-2842 / (21) 9911-4925 ou por email pauloleite@velozmail.com.br.
           Sagrada Família de Nazaré, Salvai Nossas Famílias!
           Aloisio e Ilza Bohrer
Casal Regional da Pastoral Familiar Leste 1 – CNBB
Email: aloísio.ilza@gmail.com
Tel.: (21) 4126-3491 / (21) 8272-1259

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Que pena, foi pouco comentado...

        Essa magnífica atitude do Bispo de Fortaleza, digna de todos os elogios, deve ser repassada para todo pessoal de sua lista, formando um corrente no sentido de que todos internautas tomem conhecimento desse gesto,de enorme alcance moral, muito raro nos dias atuais.
    O CLERO DANDO EXEMPLO
         Em protesto contra o reajuste de 61,8% concedido a deputados e senadores, o bispo não quis receber comenda. Uma solenidade de entrega de comenda no Senado terminou em constrangimento para os parlamentares que estavam em plenário. Em protesto contra o reajuste de 61,8% concedido a deputados e senadores na semana passada, o bispo de Limoeiro do Norte (CE), dom Manuel Edmilson Cruz, recusou-se a receber a Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara.
       Em discurso, ele destacou a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar as filas dos hospitais da rede pública. "Não são raros os casos de pacientes que morreram de tanto esperar o tratamento de doença grave, por exemplo, de câncer, marcado para um e até para dois anos após a consulta".
      Dom Manuel da Cruz lamentou que o Congresso tenha aprovado reajuste para seus próprios salários, da ordem de 61,8%, com efeito cascata nos vencimentos de outras autoridades, "enquanto os trabalhadores do transporte coletivo de Fortaleza mal conseguiram 6% de aumento em recente luta por elevação salarial", disse. O bispo mencionou também as aposentadorias reduzidas, o salário mínimo que cresce em "ritmo de lesmas".
      COMENDA - Ao recusar a comenda, o bispo foi taxativo: "A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la".
      Nesse momento, quando a sessão era presidida por Inácio Arruda (PCdoB-CE), autor da homenagem, o público aplaudiu a decisão.
     Após a recusa formal, o bispo cearense acrescentou que "ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte para o bem de todos com o suor de seu rosto e a dignidade de seu trabalho".
     Ele acrescentou que o reajuste dos parlamentares deve guardar sempre "a mesma proporção que o aumento do salário mínimo e o da aposentadoria".
       Dom Edmilson Cruz afirmou que assumia a postura com humildade, sem a pretensão de dar lições a pessoas tão competentes e tão boas". Diante da situação criada, o senador José Nery (Psol-PA) cumprimentou o bispo pela atitude considerada "coerente" com o que pensa. " Entendemos o gesto, o grito e a exigência de dom Edmilson Cruz que, em sua fala, diz que veio aqui, mas recusará a comenda Dom Helder Câmara. Também exige que o Congresso Nacional reavalie a decisão que tomou em relação ao salário de seus parlamentares", acrescentou o senador paraense.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Programação do XI congreso Nacional da Familia

Caríssimos Senhores Arcebispos e Bispos, Assessores Eclesiásticos, Sacerdotes, Diáconos, Religiosos (as) e Seminaristas
Caríssimos Coordenadores e Agentes de Pastoral Familiar, Pastorais, Movimentos, Serviços e Institutos Familiares
Saúde e Paz
        Com alegria, estamos enviando, anexa, a Programação do XIII Congresso Nacional de Pastoral Familiar que será realizado em Belo Horizonte/MG, nos dias 19,20 e 21 de agosto de 2011. Para o Evento, serão disponibilizadas 3 vagas para cada ( Arqui )Diocese e Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney do Regional Leste 1. O critério de distribuição de vagas foi o mesmo para todas (Arqui) Dioceses dos Regionais do Brasil. Breve estaremos enviando 3 fichas de Inscrição para os Casais ( Arqui)Diocesanos e da Administração Apostólica da Pastoral Familiar. A Comissão Regional da Pastoral Familiar Leste 2 - CNBB , Organizadora do XIII Congresso Nacional da Pastoral Familiar, está trabalhando com muito carinho e dedicação para nos acolher e nos proporcionar um belo Congresso. Pedimos orações para que o Espírito Santo de Deus esteja sobre todos aqueles que estão inseridos no trabalho preparatório, objetivando o pleno êxito do nosso Congresso
      Com conhecimento:
Dom Rafael Llano Cifuentes
Bispo Referencial da Pastoral Familiar no Regional Leste 1- CNBB
Padre Ademar Ermilindo Pimenta
Assessor Eclesiástico da Pastoral Familiar no Regional Leste 1 - CNBB
Em Cristo,
Aloisio e Ilza Bohrer
Casal Coordenador Regional da Pastoral Familiar Leste 1- CNBB

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Papa Bento XVI divulga mensagem para a Quaresma 2011 .

    A partir da quarta-feira de cinzas, dia 9 de março, a Igreja inicia o tempo da Quaresma, em preparação à Páscoa. O papa Bento XVI divulgou onten, 22, a Mensagem para Quaresma 2011. Na mensagem, o papa cita a importância do Batismo na vida do cristão e a Quaresma, como ocasião para essa reflexão. “Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”, diz Bento XVI, num dos trechos da mensagem.
        O Papa ressalta a relevância do Batismo como sendo uma atual fonte de conversão: “O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo”.
          No texto, o papa afirma ainda a importância da palavra de Deus como direção para viver “com o devido empenho este tempo litúrgico precioso. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?”.
       “Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo”, assim termina a mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2011.
Leia o texto na íntegra:
“Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes” (cf. Cl 2, 12).
Amados irmãos e irmãs!
        A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).
1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, “tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo” iniciou para nós “a aventura jubilosa e exaltante do discípulo” (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010).
         São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo», é comunicada gratuitamente ao homem.
        O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa “conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos” (Fl 3, 10- 11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.
       Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8,).
        Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.
2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.
            O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição dos homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.
         O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5).
      É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor. O pedido de Jesus à Samaritana: “Dá-Me de beber” (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da “água a jorrar para a vida eterna” (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos “verdadeiros adoradores” capazes de rezar ao Pai “em espírito e verdade” (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, “enquanto não repousar em Deus”, segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.
         O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: ”Tu crês no Filho do Homem?”. “Creio, Senhor” (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como “filho da luz”.
          Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: “Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?” (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: “Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27).
      A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência:
        Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança. O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos “da água e do Espírito Santo”, e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.
3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a “terra”, que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a “palavra da Cruz” manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus cáritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
       No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida.
         Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.
       Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que “as suas palavras não passarão” (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele “que ninguém nos poderá tirar” (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.
       Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
        Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.
Vaticano, 4 de Novembro de 2010 (BENEDICTUS PP XVI)

PROJETO SAUDADE SIM TRISTEZA NÃO

PROJETO SAUDADE SIM, TRISTEZA NÃO
Praça Dermeval Barbosa Moreira
Realização: Associação Friburguense de Imprensa
Academia Friburguense de letras
Apoio: Secretaria Municipal de Turismo
             Secretaria Municipal de Cultura
             TV Zoom
PROGRAMAÇÃO
05/03: sábado: 18h:
Grande Terço de Nossa Senhora com os Arautos do Evangelho
06/03: domingo: 18h
Santa Missa presidida pelo Padre Marcus Vinicius
07/03: segunda- feira: 18h
Igrejas Evangélicas sob a coordenação do Copenf
08/03: terça-feira: 18h
Igrejas Evangélicas sob a coordenação do Copenf
 
Aécio Alves da Costa               Jornalista José E. P. Duarte
Presidente da AFL                    Presidente da AFI

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Sábado da VI semana comum

Não ponha seu empenho no que voce não tem. Deus só pode trabalhar naquele que se reconhece indigente.
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Liturgia do dia: cor verde
                             Hebreus, 11, 1 - 7
                             Salmo 144
                              são Marcos 9, 2 - 13
A fé é o motor de nossa vida.
Por ela, podemos tambémnós ser "transfigurados", promovendo maior transparência no mundo ao noso redor.
Nossa fé deve expressar-se em iniciativas eficazes para melhorar a vida em sociedade.
Seguindo o exemplo de Cristo transfigurado, podemos lutar por mais justiça e igualdade no mundo.
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Divulgue
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Celam faz balanço do quadriênio
e prepara Assembleia de maio .
              A Direção do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) se reuniu esta semana, em Bogotá, na Colômbia, para avaliar os trabalhos do quadriênio (2007-2011) e preparar a assembleia do Conselho, que acontecerá nos dias 17 a 20 de maio, no Uruguai. Na ocasião serão eleitos os novos diretores do Celam para os próximos quatro anos (2011-2015).
          Ao recordar os trabalhos do quadriênio, o presidente do Celam e arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, destacou a Missão Continental que, na sua opinião, “determina, hoje, os programas das dioceses”.
            Em relação à assembleia de maio, dom Damasceno ressaltou cinco aspectos que os bispos deverão levar em conta. O primeiro, segundo o cardeal, é a preparação das informações a serem dadas pela Presidência e demais organismos do Celam. Em segundo lugar, a assembleia deverá discutir a revisão da atual estrutura do Celam. Serão debatidas ainda sugestões para um novo plano global para o quadriênio 2011-2015, a necessidade de refletir sobre a situação real do povo latino-americano e caribenho, além da eleição dos novos diretores do Celam. Durante a reunião, o Departamento de Comunicação e Imprensa do Celam fez a apresentação oficial do novo portal do Conselho.
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Curso de Aprofundamento Missionário

      Há mais de dez anos a Arquidiocese do Rio de Janeiro, junto com a Prelazia de Paranatinga, em Mato Grosso, começou um trabalho de missão. Na época, o Arcebispo do Rio, Dom Eusébio Scheid, envolvido com a Campanha da Fraternidade de 2000, que tinha como tema “Dignidade Humana e Paz, Novo Milênio sem Exclusões”, percebeu a necessidade de um trabalho de evangelização junto às dioceses da Amazônia.
         A cada ano cresce o número de pessoas que vão em missão e todos garantem ser uma experiência muito enriquecedora. O Padre Ludendorff Couto, conhecido como Licinho, começou cedo o trabalho de missão. Sua primeira experiência foi na Diocese de Propiá, Município de Pacatuba, em Sergipe, e, desde então, não quis mais parar. Atualmente, ele assumiu o trabalho missionário na Arquidiocese do Rio e também coordena a missão no Regional Leste 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
       A partir de sua experiência e de conversas com pessoas que fizeram missão nos últimos anos, Padre Licinho teve a ideia de criar um curso preparatório para as pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de sair em missão.
     - Nas missões para Paranatinga e Parintins estamos diante de culturas muito diferentes das nossas, e isso é um desafio. Com o curso vamos tentar esclarecer quais são as dificuldades e as diferenças. As pessoas irão mais preparadas, explicou.
      Ele disse que as missões para Paranatinga e Parintins estão sendo divulgadas através de um cartaz distribuído nas Paróquias do Rio. O objetivo é que o espírito missionário chegue a todos e as missões estejam ao alcance das pessoas.
     - Cada vez mais conseguimos fazer essa consciência missionária crescer e cada ano vai um grupo maior. As pessoas que vão ficam superfelizes com o trabalho que realizam e vêem como Deus age nessa circunstância, afirmou.
    Para ser missionário o Padre Licinho explicou que precisa apenas ter boa vontade e disponibilidade. O curso será feito em quatro encontros, aos sábados, das 14h às 18h. Nos dias 1 e 16 de abril e 7 e 21 de maio, no Edifício João Paulo II, na Glória. As inscrições estão abertas. Para informações ligar para a secretaria da Paróquia Apóstolo São Pedro, através dos telefones, 2596-2188 ou 3296-8650.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

SEXTA-FEIRA DA VI SEMANA COMUM

Seguir a Cristo nem sempre é fácil, pois implica carregar o presodas cruzes cotidianas.
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Liturgia do dia: cor verde
                              Gênesis 11, 1 - 9
                              Salmo: 32
                             São Marcos 8, 34. 9, 1
Desde o princípio a história da humanidade é marcadapela desordem,
No entanto, quem doa a vida por Jesus ajuda a construir o reino e a criar harmonia entre as pessoas.
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Divulgue
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.Presidência da CNBB é recebida

pela presidente Dilma Rousseff .

        Os bispos da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha (presidente), dom Luis Soares Vieira (vice-presidente) e dom Dimas Lara Barbosa (secretário geral), foram recebidos em audiência, nesta quinta-feira, 17, pela presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. A audiência começou por volta das 15h30 e durou pouco mais de 40 minutos.
        A CNBB conversou com a presidente sobre trabalhos sociais de fronteiras como assistência aos aidéticos, aos dependentes químicos, pessoas com deficiência, filantropia. Outros temas que fizeram parte da pauta foram a erradicação da miséria e da fome, economia solidária, agricultura familiar.
       A Presidência da CNBB discutiu também com a presidente Dilma a questão dos povos indígenas e quilombolas, água para a população do nordeste, reformas política e agrária e o Código Florestal.
           Segundo o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, a presidente Dilma acolheu com muita atenção os assuntos apresentados pela CNBB. Ao final da audiência, a presidente pediu a dom Geraldo que benzesse a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que ela traz junto à sua mesa de trabalho.
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.Núncio Apostólico no Brasil lança
livro sobre diplomacia pontifícia .

          O núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, lançou  seu mais novo livro: “Diplomacia Pontifícia – Acordo Brasil – Santa Sé – Intervenções”. A cerimônia aconteceu no Espaço Cultural do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
         “Um momento para trazer ao público conhecimento sobre meus oito anos no exercício da função de núncio apostólico no Brasil”. Foi com esta frase que o núncio definiu a obra durante o lançamento. O livro traz noções conceituais sobre a diplomacia pontifícia e relatos sobre a negociação do acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, relativo ao estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, celebrado no Vaticano em 2008 e promulgado no Brasil em fevereiro de 2010. O livro também está recheado de reflexões culturais do núncio sobre diversos temas de interesse jurídico.
          Em seu pronunciamento o núncio chamou a atenção para o fato de que a presença da Santa Sé na comunidade internacional nem sempre é conhecida pela sociedade. “No entanto, é uma das mais apreciadas do mundo, com destacada participação nos principais organismos internacionais”, ressaltou. Por fim, afirmou ter o desejo de que a obra seja de “benefício para a sociedade”.
         Ao saudar o autor, o presidente do STJ, o ministro Ari Pargendler, recordou as ocasiões em que dom Lorenzo esteve presente no Tribunal, como religioso e diplomata. “E hoje, está aqui no STJ como jurista”, lembrou. Para o ministro, o livro será de grande utilidade a todos os leitores. “Quero, em nome do STJ, agradecer a Dom Lorenzo por nos ter dado essa oportunidade”, afirmou, ao referir-se à deferência prestada pelo núncio em escolher o STJ para receber o lançamento de seu livro.
              CONTEUDO - O livro apresenta o que é a diplomacia pontifícia, que vem a ser a atuação da Santa Sé no plano internacional. A segunda parte aborda o Tratado Internacional entre Brasil e a Santa Sé, fazendo um relato sobre que aconteceu quando as duas partes signatárias iniciaram as tratativas para a sua celebração. Na terceira e última parte, por sua vez, - Intervenções, o autor dedica-se a analisar como a Santa Sé entra no campo acadêmico-jurídico. São apresentados trechos de participações do núncio em fóruns, seminários e debates jurídicos e acadêmicos, em intervenções nos campos cultural, jurídico e filosófico.
               PRESENÇAS - Várias autoridades participaram da cerimônia, entre eles o ministro Pargendler e de sua esposa, Lia Pargendler, os ministros do STJ Hamilton Carvalhido, Nancy Andrighi, Teori Albino Zavascki, Castro Meira. Também compareceram ao evento o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski, o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, o arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil, dom Osvino Both, o arcebispo emérito de Brasília, dom José Freire Falcão, e o arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, além de outras autoridades eclesiásticas e diplomáticas.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Qujinta-feira da VI semana comum

O ódio nos rouba, o amor nos devolve
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Liturgia do dia: cor verde
                              Gênesis 9, 1 - 13
                              Salmo: 101
                              São Marcos 8, 27 - 33
Precisamos ter fé para aceitar as duas dimensões inseparáveise inconfundiveis de Jeus: Messias e homem executado.
Fé para aceitar que Deus se manifesta e age por meio de pessoa tão humana, e por isso memso divina.
Deus renova sua aliança com a humanidade e confia-lhe o cuidado da natureza.
Manifestando nossa fé em Jesus Messias, daremos tambem maior atenção á criação
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divulgue
http://www.hosanahei.blogspot.com/
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CNBB divulga nota sobre
ética e programas de TV .
             O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”. Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.
         Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio Clara de Assis de Televisão dado pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality show.
           Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.
        A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, conclamando cada um desses atores a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.
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NOTA DA CNBB SOBRE
ÉTICA E PROGRAMAS DE TV
           Têm chegado à CNBB diversos pedidos de uma manifestação a respeito do baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão, particularmente naqueles denominados Reality Shows, que têm o lucro como seu principal objetivo.
             Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), reunidos em Brasília, de 15 a 17 de fevereiro de 2011, compreendendo a gravidade do problema e em atenção a esses pedidos, acolhendo o clamor de pessoas, famílias e organizações, vimos nos manifestar a respeito.
       Destacamos primeiramente o papel desempenhado pela TV em nosso País e os importantes serviços por ela prestados à Sociedade. Nesse sentido, muitos programas têm sido objeto de reconhecimento explícito por parte da Igreja com a concessão do Prêmio Clara de Assis para a Televisão, atribuído anualmente.
         Lamentamos, entretanto, que esses serviços, prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral, sejam ofuscados por alguns programas, entre os quais os chamados reality shows, que atentam contra a dignidade de pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira.
      Cônscios de nossa missão e responsabilidade evangelizadoras, exortamos a todos no sentido de se buscar um esforço comum pela superação desse mal na sociedade, sempre no respeito à legítima liberdade de expressão, que não assegura a ninguém o direito de agressão impune aos valores morais que sustentam a Sociedade.
           Dirigimo-nos, antes de tudo, às emissoras de televisão, sugerindo-lhes uma reflexão mais profunda sobre seu papel e seus limites, na vida social, tendo por parâmetro o sentido da concessão que lhes é dada pelo Estado.
        Ao Ministério Público pedimos uma atenção mais acurada no acompanhamento e adequadas providências em relação à programação televisiva, identificando os evidentes malefícios que ela traz em desrespeito aos princípios basilares da Constituição Federal (Art. 1º, II e III).
       Aos pais, mães e educadores, atentos a sua responsabilidade na formação moral dos filhos e alunos, sugerimos que busquem através do diálogo formar neles o senso crítico indispensável e capaz de protegê-los contra essa exploração abusiva e imoral.
       Por fim, dirigimo-nos também aos anunciantes e agentes publicitários, alertando-os sobre o significado da associação de suas marcas a esse processo de degradação dos valores da sociedade.
       Rogamos a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, luz e proteção a todos os profissionais e empresários da comunicação, para que, usando esses maravilhosos meios, possamos juntos construir uma sociedade mais justa e humana.
Brasília, 17 de fevereiro de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha (Arcebispo de Mariana) - Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira (Arcebispo de Manaus) - Vice-Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa (Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro) - Secretário Geral da CNBB

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quarta-feira da VI semana comum

Não temos outra coisa a anunciar nesa vida a não ser a misericórdia de Deus
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Liturgia do dia: cor verde
                              Gênesis 8, 6 - 13. 20 - 27
                              Salmo: 115
                              São Marcos 8, 22 - 26
O pecado ofusca a visão da pessoa e impede a criação de evoluir para o fim designado por Deus.
Jesus quer abrir nossosolhos para enxergarmos o caminho certo.
A exemplo de Nóe, devemos render graças a Deus, pois sua palavra quer abrir nossos olhos para não ndarmos em caminhos perigosos.
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Divulgue
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CNBB lança concurso para
música do hino da CF 2012 .
       A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a música do Hino da Campanha da Fraternidade de 2012. O prazo para o envio das composições à CNBB é até o dia 15 de maio. A primeira etapa foi concluída em 1º de fevereiro, com a escolha da letra.
       “A CNBB agradece a todos os que participaram do concurso da letra e solicita a colaboração dos compositores para a criação de uma música fluente e bela para o hino da CF 2012”, afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
      A CF de 2012 tem como tema: “Fraternidade e saúde pública”, e lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8).
         O objetivo geral da Campanha da Fraternidade 2012 é promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.
        Veja o edital do concurso.
Concurso Cartaz. As inscrições para o concurso do cartaz continuam abertas até o dia 03 de junho.
     Comunicadores, Agentes da PASCOM, Designers, Agentes da Campanha da Fraternidade nos estados, ou qualquer pessoa interessada está convidada a criar e enviar para a sede da CNBB, em Brasília, seu trabalho gráfico.
          No cartaz deverá conter uma imagem ou arte que represente o lema da CF 2012, além dos seguintes textos: “Campanha da Fraternidade 2012”; “Fraternidade e saúde pública” e “Que a saúde se difunda sobre a terra (Cf. Eclo, 38,8).
     Mais informações sobre a Campanha da Fraternidade estão disponíveis no site da CNBB (www.cnbb.org.br).
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Número de padres no
 mundo aumentou
          De acordo com Anuário Estatístico da Igreja Católica, divulgado na última sexta-feira, 11 de fevereiro, entre 1999 e 2009 o número de padres em todo o mundo aumentou 1,4%. São ao todo 410.593 sacerdotes - 275.542 pertencentes ao clero diocesano e os demais ao clero religioso. A maior parte é européia (46,5%), seguida por americanos (29,9%), asiáticos (13,5%), africanos (8,9%) e da Oceania (1,2%).
          Os dados também revelam, pela primeira vez desde 1999, que em todo o mundo, menos na Europa, o número de ordenações supera o de falecimentos e abandonos.
         O estudo aponta também que o número de padres e de católicos aumenta na África, Ásia e América Latina, caindo na Europa e América do Norte.
            O Anuário Estatístico da Igreja reúne dados de todos os segmentos da Instituição Católica dedicados ao apostolado e à evangelização em todos os países do mundo. (Fonte: Radio Vaticano)
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Três novos santos para a Igreja
      Na próxima segunda-feira, 21 de fevereiro, acontecerá um Consistório Ordinário Público para a Canonização de três beatos, na Sala do Consistório do Palácio Apostólico Vaticano. A cerimônia será presidida pelo Papa Bento XVI, que anunciará a futura canonização, que ainda não tem data prevista para acontecer.
        Os beatos a serem canonizados são o Arcebispo de Parma e fundador da Pia Sociedade de São Francisco Xavier para as missões estrangeiras (Missionários Xaverianos), Dom Guido Maria Conforti; o padre e fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do instituto das Filhas de Santa Maria da Providência, Luigi Guanella e a virgem e fundadora da Congregação das Servas de São José, Bonifacia Rodríguez de Castro. (Fonte: Canção Nova)
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Terçafeira da VI semana comum

Deus não tem nenhum problema em nos reconciliar com ele. É especialidade dcele, perdoar.
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Liturgia do dia: Gênesis 6, 5 - 8: 7, 1 - 5.10
                          Salmo: 28
                          São Marcos 8, 14 - 21
Mesmo diante da imensa maldade humana, destaca-se a misericordia inesgotável de Deus.
Sois minha fortaleza e minha rocha, para honra do vosso nome.
Em meio a imprudencia humana, revela-se a graça divina, a fim de restaurar a obra da criação.
Mas as vezes a proposta de vida e fraternidade  não é entendida vem pelos discípulos de Jesus.
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Divulgue
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Programnação do Retiro de Carnaval
da Daiocese de Novam Friburgo
Local: Catedral São João Batista
Coordenação: Padre  Marcus Vinicius Brito de Macedo
Tema: “ Vem e Segue-me”.
05/03: sábado: 14h – Louvor e oração
15h – Terço da Misericórdia
16h – Santa Missa de abertura do Retiro.
Logo após, início das missões nos distintos abrigos da cidade
06/03: domingo: 10h: Santa Missa do Retiro.
Logo após, missões
15h – terço da Misericórdia
16h – Pregação
17h – Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento.
07/03: Segunda-feira
Pela manhã , missões
14h – Louvor e oração
14h30 – pregação
15h – Terço da Misericórdia
15h30 – 2ª pregação
16h30 – Adoração e bênção do Santíssimo
18h – Santa Missa do Retiro
08/03: Terça-feira
Pela manhã, missões
14h – Louvor e oração
14h30 – pregação
15h – Terço da Misericórdia
15h30 – 2ª pregação
16h30 – Adoração e bênção do Santíssimo
18h – Santa Missa do Retiro e consagração das famílias
09/03: Quarta-feira de cinzas
16h – Santa Missa
19h – Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quando tudo pe(r)de um sentido
            Ricardo Lengruber Lobosco
        O ser humano, desde seu primeiro lampejo de inteligência na história de sua evolução, é radicalmente religioso. Deus nasceu como uma espécie de marca identificatória da espécie. Não apenas Deus e tudo o mais que o circunda (ritos, mitos, dogmas, tabus etc), mas fundamentalmente a experiência do temor. Diante da absurda irracionalidade aparente do Universo, os primeiros ancestrais que desceram das árvores e tiveram que viver inteligentemente em busca de alimentos e proteção aprenderam a cultivar o temor como sentimento de autopreservação. A noção de sagrado, de tremendo e de soberano sempre estiveram ligadas às incomensuráveis forças da natureza. Por essa razão, Deus sempre habitou o céu! Donde sempre governou sol, lua, astros, tempestades, ventos etc. A força intrínseca das religiões de todos os cantos foi a de tentar control ar Deus e, por conseguinte, manipular a natureza e sua incrível força. Os ritos são a suprema insistência humana no sentido de tornar o mundo viável e dotado de sentido. No fundo, a religião é a mais profunda busca de significado para as coisas. Um mundo sem sentido não pode ser habitado. Tudo precisa ter seu propósito claro. A relação entre religião e natureza nada mais é que o fruto dessa busca de sentido. O poder extraordinário das forças da natureza só pode, originalmente, ser explicado via discurso religioso que, como tal, além de explicar, pareceu aprender a dominar a própria ordem natural da vida.
       Quando um religioso realiza um rito, o que está em jogo não é a sequência de gestos em si, mas a conexão que tal prática tem com aquele mundo que não se consegue alcançar ordinariamente. Por conta disso, a palavra ganhou especial poder no mundo da religião. As palavras aprenderam a se comportar como matrizes de significado; algo que, dependendo da situação experimentada, adquirem esse ou aquele sentido, aquilo que melhor significa aquela experiência. É como se pudesse dizer que não há palavras especialmente mágicas: toda palavra é essencialmente mágica!
         Na História das civilizações houve uma experiência que, de certa forma, intuiu transformar pelas raízes tal lógica mágico-religiosa. Por volta do século VI a.C., o pequeno e frágil reino de Yehud, localizado no sul da Palestina, viu sua liberdade ameaçada pelo imenso poder dos Babilônicos. Toda uma cultura estava ameaçada pela ofensiva estrangeira. Terra, palácio, templo, rei, sacerdotes, militares e demais profissionais foram levados cativos para uma terra distante e, para eles, sem qualquer significado que os identificasse. Nessa experiência de Exílio foi que nasceu o que conhecemos por Judaísmo. Embora a história contada na Bíblia remonte a épocas ancestrais, foi a experiência do desterro e do drama da dor causado pela perda das referências que fez com que Judá (Israel) reelaborassem o modo de olhar para a realidade. O regist ro mágico-religioso já não dava mais conta de significar o mundo. A realidade não mais podia ser compr eendida por meio das explicações míticas que são próprias das religiões. Deus que, do alto, governa tudo e que pode, dependendo da situação, ser convencido ritualisticamente a mudar o rumo das coisas. O culto já não opera concretamente mais sobre a vida. A tragédia (o destino) teve que ceder espaço ao drama (a história). Os judeus nasceram por conta de um profundo senso de pertencimento a um mundo cujo rumo não estava entregue aos caprichos de deuses e heróis, mas fundamentalmente ligado às decisões éticas de homens e mulheres que construíam sua própria História.
       Essa talvez tenha sido a mais profunda de todas as reformas pelas quais as religiões já passaram. O registro mágico cedeu espaço ao discurso histórico. O rito perdeu lugar perante a ética!
          A experiência vivida na região serrana do Rio de Janeiro, em janeiro de 2011, rotulada como a “maior tragédia climática brasileira” revelou bem que a reforma dos judeus de três milênios atrás ainda carece de atualização na experiência religiosa que impera na sociedade contemporânea. O conflito entre tragédia e drama ainda imperam; a confusão entre rito e ética também.
          Diante do absurdo vivido com a perda de coisas e pessoas, o discurso religioso veio à tona com uma força surpreendente. Por todo canto, o que mais se ouvia era “graças a Deus”. Gratidão por não ter perdido algo; gratidão por não ter perdido alguém, gratidão por ter perdido algo mas não ter perdido alguém, gratidão por ter perdido algo e alguém, mas estar vivo; e assim, sucessivamente, numa escala de perda e preservação. O curioso é que a razão da gratidão de um se suplantava na experiência do outro que, mesmo tendo perdido muito mais, ainda conseguia expressar tal “graças a Deus”.
         Pergunto-me se a palavra de gratidão não se enquadra na ancestral busca pelo sentido, razão pela qual as religiões aprenderam tão bem a manipular as palavras e seus sentidos. O sofrimento absurdo causado por algo tão forte e incontrolável como a força da natureza precisa ser “significado” e, nesse esforço, a religião (independente do seu nome doutrinário específico) mostrou-se o único registro capaz de esboçar tal esforço.
       Mas é preciso pensar. Se é verdade, por um lado, que há uma dose de tragédia em toda essa experiência, há, por outro lado, um inexorável tom dramático, histórico e ético. Se é verdade que o temporal de 12 horas consecutivas e com um índice pluviométrico de mais de trezentos milímetros é absurdamente incontrolável e diante do qual somos absolutamente impotentes, é verdade também que temos nossa parcela de responsabilidade em tudo isso.
       Construções (ir)regulares em áreas que deveriam ser preservadas, má ocupação dos espaços, falta de planejamento estratégico para exploração do solo, escassez de recursos para situação de emergência, falta de seriedade pública e, acima de tudo, a irresponsável forma de progresso que construímos planetariamente ao longo dos últimos séculos potencializaram a força natural. O que nasceu com a promessa de uma “tragédia” natural (dada sua incontrolável ação) tornou-se um verdadeiro “drama” humano, pago com a vida e a felicidade de tantos irmãos.
         E é exatamente por conta de tudo isso que volto de novo meu olhar sobre a religião e sobre as instituições religiosas. O discurso religioso (independente da instituição) renasceu com toda força no intuito de “significar” o drama; de outro ângulo, as instituições religiosas se esforçaram por “controlar” a tragédia. As igrejas mais se ocuparam com o assistencialismo da primeira hora (leia-se distribuição de donativos) do que com a solidariedade que as vítimas realmente careciam.
        Tal solidariedade só pode ser realmente vista brotando daqueles homens e mulheres que, independente de seu colorido religioso, arregaçaram as mangas e saíram em busca dos vivos e dos mortos soterrados pela lama ou afligidos pelos mil outros problemas.
        Mas o fato é que, indiferente ao pertencimento religioso, uma pergunta não cala desde então: onde estava Deus?
      Para uns, Deus controlava tudo e com tudo um propósito tinha. Para outros, Deus punia uns e escolhia uma geração de eleitos para recomeçar. Enfim, o discurso religioso só aprendeu a “significar” as experiências, custe o que custar. Perante o absurdo, mais vale uma “absurda” explicação do que a possibilidade de aceitar o próprio “absurdo”.
          O drama de 12 de janeiro ensinou, por trás de tudo, que a verdadeira religião nasce quando se consegue experimentar gratuitamente a solidariedade que nos faz ligados aos outros (re-ligare) e quando nos vemos enxergando e interpretando a realidade que nos cerca com outros olhos (re-ligiere). Mesmo que se tenha que reconhecer o absurdo e o irracional, o que prevalece é a re-arrumação que o mundo de fora provoca no mundo de dentro. O que conta, ao final, é como somos capazes de emergir da lama e da água, qual novo nascimento!
       Se isso tudo nos ensinar a ver o que realmente tem valor e nos ajudar a mirar os reais valores da vida, talvez tenhamos sido capazes de fazer com a tragédia o que aprendemos evolutivamente a fazer com a própria natureza, transformá-la em benefício da espécie e torná-la mais palatável.
       O desafio é olhar para além das montanhas, para onde o céu repousa sobre a terra, para o horizonte!

LIBERADA PROGRAMAÇÃO DO RETIRO DE CARNAVAL DA DIOCESE DE NOVA FRIBURGO

       Como acontece anualmente durante o carnaval a Diocese de Nova Friburgo realiza o tradicional retiro de carnaval, conclamando a comunidade católica a se retirar para um período de encontro direto com Deus. Este ano o retiro será na Catedral São João Batista, sob a presidência do Padre Marcus Vinicius Brito de Macedo (vigário cooperador da Catedral). O tema escolhido para este ano foi: “ Vem e Segue-me”. A programação é:.
05/03: sábado: 14h – Louvor e oração
15h – Terço da Misericórdia
16h – Santa Missa de abertura do Retiro.
Logo após, início das missões nos distintos abrigos da cidade
06/03: domingo: 10h: Santa Missa do Retiro.
Logo após, missões
15h – terço da Misericórdia
16h – Pregação
17h – Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento.
07/03: Segunda-feira
Pela manhã , missões
14h – Louvor e oração
14h30 – pregação
15h – Terço da Misericórdia
15h30 – 2ª pregação
16h30 – Adoração e bênção do Santíssimo
18h – Santa Missa do Retiro
08/03: Terça-feira
Pela manhã, missões
14h – Louvor e oração
14h30 – pregação
15h – Terço da Misericórdia
15h30 – 2ª pregação
16h30 – Adoração e bênção do Santíssimo
18h – Santa Missa do Retiro e consagração das famílias
09/03: Quarta-feira de cinzas
16h – Santa Missa
19h – Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano
 

FOTO ARQUIVO AVS

1-Padre Marcus Vinicius presidirá o retiro

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José Duarte

11/02/13 – 17h44

Fotos: 1

Arquivo: RETIRO

Caracteres: 1905



O carnaval da oração

        Com o tema “ SAUDADE SIM, TRISTEZA NÃO’ a Associação Friburguense de Imprensa e Academia Friburguense de letras promoveram uma série de eventos religiosos durante os quatro dias de carnaval. Em virtude da tragédia de 12 de janeiro e o cancelamento dos desfiles, as duas entidades entenderam que o momento é de oração, oração pelos mortos, por nós que ficamos, pela purificação de Nova Friburgo. Por isso, foi elaborada uma programação que será desenvolvida na porta do Palácio Barão de Nova Friburgo, durante os quatro dias sempre começando às 18h. O evento terá apoio das secretarias municipais de Turismo e Cultura.
       O tema Saudade Sim, Tristeza Não quer significar que a saudade dos irmãos falecidos será eterna, mas a tristeza deve dar lugar a fé, oração, certeza de que quem se foi está nos braços do Senhor Jesus.
     Não existe por parte das duas entidades nenhum objetivo político, de concorrência com denominações religiosas e etc, mas uma forma de reflexão sobre tudo que aconteceu, repensar a vida durante os quatro dias de carnaval, e prosseguir a reconstrução estrutural da cidade, mas também de nossa fé e nosso astral psicológico. A programação é:
05/03: sábado: 18h: Terço de Nossa Senhora com os Arautos do Evangelho
06/03: domingo:18h: Santa Missa presidida pelo Padre Marcus Vinicius
07/03: segunda- feira: 18h: Culto comandado pelo Copenf
08/03: terça-feira: 18h: Culto comandado pelo Copenf
    O Bispo da Diocese de Nova Friburgo D. Edney Gouvêa Mattoso já autorizou a celebração do terço e da missa e o COPENF (Conselho dos pastores Evangélicos de Nova Friburgo) está sendo contatado no sentido de coordenar a distribuição das igrejas que se revezarão segunda e terça-feira.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

RESPOSTA A FOLIA DE CRISTO

Folia de Cristo.
           Eles conseguiram segundo nota do jornal A Voz da Serra de hoje dia 10/02/2011 a AFI (Associação Friburguense de Imprensa) e a AFL (Academia Friburguense de Letras) promoverão quatro eventos religiosos no carnaval deste ano, que serão realizados na Avenida Alberto Braune, sempre às 18h. Sem querer desrespeitar as crenças alheias eu acho isso um absurdo vamos rezar e pedir a DEUS que proteja nossa cidade de outra tragédia, e mais segundo o texto do jornal: “haverá missa em memória das vítimas da tragédia da Região Serrana e em prol dos sobreviventes”. Não me leve a mal mais oração não vai solucionar os problemas que os sobreviventes ainda vão enfrentar e porque rezar uma missa em memória das vítimas mais de 1 mês depois que elas faleceram, essa missa deveria ser amanhã e não no domingo de carnaval. Quando essas almas poderão descansar em paz? Eu quero saber quando vão começar as obras de contenção, para onde vão as pessoas que perderam suas casas, mais uma vez eu venho lembrar a temporada de chuvas ainda não passou se chover forte vão acontecer problemas novamente e oração não vai resolver porque oração não segura encosta e nem abaixa o nível do rio.

Esta é uma opinião pessoal de Cristiano Wilhelmi de Moraes os leitores e demais diretores do Blog Friba Folia fiquem a vontade para manifestarem sua própria opinião. Agradeço a todos que comentaram o post abaixo denominado "REAGE FRIBURGO!!!" e o movimento continua...

Blog Friba Folia
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RESPOSTA AO SENHOR CRISTIANO
      A Associação Friburguense de Imprensa e a Academia Friburguense de Letras são duas entidades apolíticas e apartidárias. A função de ambas é promover a educação e cultura. O artigo 5° do estatuto da Associação de Imprensa diz o seguinte:
Art. 5º - A AFI tem como objetivos principais:
c)-lutar em defesa das liberdades sociais e individuais, da justiça social e dos direitos fundamentais dos cidadãos;
f)-manter intercâmbio com instituições congêneres, e outras que possam contribuir para o aperfeiçoamento profissional dos associados;
        Com base neste artigo a AFI pensou em organizar um carnaval de orações e imediatamente contou como apoio da Academia de Letras e ficou definido a organização do projeto " SAUDADE SIM, TRISTEZA NÃO".
        No entretanto diante do texto publicado no blog www.fribafolia.zip.net de propriedade do blogueiro Cristiano Wilhelmi de Moraes que não é jornalista profissional, hoje ocupa o cargo de garçon do Restaurante Mais 1, visto que, ele não tem qualificação profissional jornalística para usar a profissão, reafirmamos nossa posição de querer única e exclusivamente promover a oração, reflexão, paz, implorar as bençãos de Deus pelos mais de 400 irmãos que se foram e por todo nós que temos a responsabilidade de reconstruir estruturalmente esta cidade.
        Além disso, tão logo informamos a idéia da AFI e AFL fomos apoiados por todas as camadas da sociedade friburguense, inclusive o mundo do samba.
        Ao Senhor Cristiano, informamos que oração realmente não resolve os problemas estruturais e/ou que os sobreviventes vão enfrentar, mas fortalece a alma, o espírito, contribui para a paz espiritual, nos dá força para a continuidade do trabalho. O senhor está como sempre, desinformado, pois o bispo Diocesano D. Edney Gouvea Mattoso celebrou missa de 7° dia por todos os falecidos dia 18 de janeiro às 19h na Catedral São João Batista e a igreja ficou superlotada; no último sábado, 12/02, houve missa em todas as igrejas pelo 30° dia de falecimento das mais de 400 vitimas, sem contar os cultos que foram realizados em todas, eu disse, todos os templos evangélicos, espíritas, budistas, messiânicos, kardecistas e até judeus.
         Portanto não é um movimento atrasado, mas a missa, o terço ou o culto é sempre necessário não só uma vez, mas em todos os momentos da nossa vida, e porque não no carnaval, já que a cidade ainda está comovida com tudo que aconteceu?.
       Não queremos fazer folia, Sr. Cristiano, pois com Cristo não se faz folia, se respeita, se adora, se venera e a programação de oração no carnaval, Sr. Cristiano, embora já tenha passado 30 dias, quer apenas sugerir uma reflexão de nosso modo de vida a partir deste terrível acidente e também renovar o nosso procedimento com o Criador, pois nós que ficamos, fomos escolhidos por Deus para reconstruir esta cidade, para presentear os que se foram com nosso esforço material e nossa luta por uma sociedade mais digna, para que diante de Deus e Nossa Senhora possamos ter mais paz nesta nossa NOVA FRIBURGO que terá de se reerguer, estruturalmente, mas também com Deus.
        Quanto a sua opinião, Sr Cristiano, oração segura encosta sim, baixa leito de rios, evita tragédias, minimiza sofrimentos, basta ter fé.
         Sobre a reconstrução da cidade, ela compete a todos nós e não só às autoridades constituídas. Ao invés de usar um blog para ficar cobrando, ponha a mão na massa, veja onde o senhor pode ajudar, pois o momento é de Louvor a Deus. Ao invés criticar, se envolva em uma das centenas de campanhas que estão em andamento na cidade, pois o senhor só está preocupado com a sua agremiação carnavalesca, aliás única que está contrária a nossa idéia, porque ela tem que vender camisas.
      Cada um faça a sua parte, nós estamos fazendo a nossa da forma que julgamos ser a mais correta, compete ao senhor agora, ao invés de usar um blog para torpedear as realizações alheias, usa-lo para promover a cidade, a fé, a oração, o trabalho, a verdade dos fatos.
     " S A U D A D E    S I M    T R I S T E Z A   N A O "
        Jornalista José Duarte
Presidente da Associação Friburguense de Imprensa

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