Sábado da XXIV semana comum
:::::::::::::
É tão interessante percebermos que aquilo que somos hoje é um conjunto de escolhas que fizemos e que fizeram por nós.
:::::::::::::::::::::
Liturgia do dia: 1° Corinthios 15, 35 – 37. 42 – 49
Salmo: 55
São Lucas 8, 4 -15
VIVENCIA
Por meio de diversas imagens tal qual a da semente que cai na terra se transforma em planta viva, Paulo apresenta a idéia da transfiguração pela qual todos passaremos.
Na parábola de hoje, não é só a confirmação de que compreendemos a mensagem do que Jesus busca.
Na realidade o que Le nos diz no final é: escuta-me, pena como eu penso. Age de maneira diferente da que faz o resto do mundo.
Sê tu minha presença mundo afora: forte, honrado, valente.
:::::::::::::::::::::::::::::::::
Divulgue
::::::::::::::::::::::
O cristão católico na política partidária
O crito católico, engajado ou não nas Pastorais, Movimentos, Serviços e Institutos Familiares, não pode abster-se da Política. Como cidadão, seria uma alienação inqualificável fugir desse seu compromisso. Ele tem o direito inegável de escolher, através do voto, seus representantes parlamentares ou seus governantes. Para isso, necessita optar por um candidato e por um partido que lhe pareçam mais conformes aos princípios evangélicos. O cristão católico, contudo, quando opta por um partido político e nele se engaja, não pode e não deve comprometer movimentos, pastorais, serviços, comunidade aos quais pertença, embora não deva esquecer também que, mesmo como político ou militante partidário, continua cristão e é o Evangelho que, acima de qualquer ideologia, deve pautar o seu comprometimento.
Em sã consciência, o cristão católico não pode usar da Igreja para favorece interesses pessoais ou de grupos, empresas, etc., a que pertença, ou fazer jogadas políticas para confundir seus irmãos na fé, com o único intuito de ganhar votos. Na escolha do partido para se engajar, o cristão católico deve estar atento aos postulados ideológicos do mesmo (ser a favor da vida e contra o aborto),
para não criar conflitos com a própria fé.
O cristão católico com vocação política deve procurar conseguir uma síntese entre a fé cristã e a ação política. A fé deve inspirar a ação política do cristão, sem se confundir com ela. Pode acontecer que o partido político tenha um compromisso e o cristão tenha utro. Diante desse fato, o cristão católico deve concluir que não se pode servir a dois senhores (...). Trata-se de ser fiel ao único Deus, obedecer à lei de seu único Senhor, ser, acima de tudo, fiel a essa lei, a esse compromisso.
O cristão católico deve ser livre na filiação partidária, sabendo escolher o que pode haver de bom em um ou em outro partido, mas rejeitando princípios ideológicos que vão contra a dignidade da pessoa humana, a vida e a inquestionável lei divina que a Bíblia nos conserva. Nunca foi e hoje continua não sendo fácil ser um político ou um militante partidário integralmente cristão católico. Numa sociedade pecaminosa e, muitas vezes, corrupta, os conflitos que surgem na consciência dele são inúmeros e podem levá-lo ao desânimo. Se, em alguma ocasião, nasce o conflito entre o exigido pelo partido político e o exigido pela fé cristã, está na hora de tomar decisões claras.
Vivemos o momento de saber se teremos um político ou um militante partidário traindo sua fé ou um cristão que opta por sua fé e, conseqüentemente, deixa certos caminhos políticos. São numerosos, objetivos e esclarecedores os documentos da Igreja acerca do relacionamento entre Fé e Política. É necessário inteirar-se destes ensinamentos, seja um cristão católico engajado na política partidária, seja um eleitor que assume a sua fé no ato consciente de votar. (Aloisio e Ilza Bohrer Casal Cristão Católico engajado na Pastoral Familiar do Regional Leste 1)
Nenhum comentário:
Postar um comentário