sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sexta-feira da IV semana comum

Deus não nos condena. Ele nos propõe o certo. São as nossas escolhas que vão definir se seremos felizes ou não.
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Liturgia do dia: cor verde
                        Hebreus 13, 1 - 8
                        Salmo: 26
                       São Marcos 6, 14 - 29
O amo r fraterno é o primeiro apelo que a palavra de Deus nos faz, sendo fieéis no amor a Jesus e aos irmãos, podemos não ser compreendidos.
Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre.
Quem o segue deve estar consciente de que pode encontrar rejeição assim como João Batista, símbolo de ocorrência entre profetismo e martírio.
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Divulgue
 Bispos refletem “A origem da Igreja” e a “Razão
de ser do Sacerdócio" em encontro no RJ
            Dom Gebhard Ludwing Müller, bispo da diocese de Regensburg, Alemanha, ministrou a primeira palestra  no 20º Encontro para Bispos, que acontece no Centro de Estudos Sumaré, no Rio de Janeiro. “A origem da Igreja no ministério do Deus trino” foi o tema de suas colocações. No primeiro dia do encontro, o bispo teve outra participação com a palestra “Sacralidade e constituição carismática da Igreja”.
    Nas suas colocações, o bispo alemão explicou a origem da Igreja na autocomunicação de Deus, pois não é uma sociedade religiosa fundada pelos homens, a sua missão pode ser compreendida na criação, redenção e na consumação. Ele acrescentou que, o povo de Deus se torna “Corpo de Cristo”, porque ele, Cristo, é o mediador da salvação.
        “Povo de Deus e Corpo de Cristo não são, portanto, conceitos simplesmente alternativos. Pelo contrário, eles precisam ser vistos em sua relação recíproca e à luz da autocomunicação histórico-salvífica do Deus trino. Somente através da encarnação do Filho e no Espírito Santo está aberto o caminho que nos leva ao Pai”, explicou.
           Dom Müller aproveitou o contexto para fazer uma relação com o Concílio Vatino II, tema central do curso.Ele afirmou que o Concílio pode oferecer mais uma perspectiva para a tensão entre a vontade salvífica universal e a necessidade, para a salvação, de pertencer à Igreja concreta.
       Para concluir a sexta palestra do curso, o bispo disse que a Igreja é o Sacramento através do qual Deus mostra, na história, sua divina vontade salvífica manifestada em Cristo, direcionando-a até a consumação escatológica.
     “Tendo em vista tudo isso, a Igreja também se encontra em uma particular tensão. Como construção social, através de sua confissão de fé e sua estrutura, ela se limita e se distingue de outras. Porém ela é, ao mesmo tempo, internamente dinamizada, através de sua missão de servir à realização da vontade salvífica de Deus, que se tornou concreta em Cristo”.
        A razão de ser do sacerdócio
      Em um outro momento, após o intervalo, Dom Gebhard Müller ministrou a 7ª palestra do Curso sobre o tema “A missão sacerdotal da Igreja e da Eucaristia”. Desta vez, o bispo de Regensburg fez uma correlação interna e constitutiva entre Igreja e Eucaristia encontrada nos documentos do Concílio Vaticano II.
        Ele refletiu sobre a Eucaristia e o sacerdócio serem relacionados um ao outro pelo próprio Jesus Cristo. E acrescentou que, na celebração da última ceia, Ele instituiu o sacramento da Eucaristia e do sacerdócio. De posse do conhecimento dessa relação, o sacerdote – também face à sua vocação – precisa compreender-se como homem eucarístico no fundo de sua existência.
     “O saber profundo de ser Eucaristia o centro de nossa fé, centro que nos edifica, e onde Cristo nos reúne como sua Igreja, torna-se o estímulo necessário para manter aceso o anseio e a fome espiritual pelo mistério central da entrega de Jesus Cristo”, sublinhou.
       O palestrante concluiu citando uma frase dita por Jesus aos Apóstolos: “Fazei isso para celebrar a minha memória!” (ICor 11,25). “Ele desejou que os bispos saibam acolher esse mandato como ensejo que estimula a penetrar no mistério da Eucaristia e possuí-la como centro da fé, pois o próprio Cristo se faz presente sob as espécies de pão e vinho”, concluiu.
      Cardeal dom Cláudio Hummes
    O cardeal dom Cláudio Hummes foi o responsável pela abertura das atividades desta  no Encontro para Bispos. Ele presidiu a celebração eucarística com laudes. A participação de dom Cláudio no evento prevê ainda o encerramento, nesta sexta-feira, 4, com a palestra, “O clero: 50 anos após o Concílio. Desafio para os bispos”.
    


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