segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Segunda-feria da 3° semana do Advento
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Não fique na árvore gritando o que você precisa, mas desça da árvore e caminhe na direção de quem você precisa amar, pedir perdão
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Liturgia do dia: cor vermelha
                              Números 24, 2 – 7.15 – 17ª
                              Salmo: 84
                             São Mateus 21, 23 -27
O cristão autêntico conhece o plano de Deus, e sabe que é chamado para realiza-lo na Igreja – Comunidade.
Jesus mostra que sua missão já fora preconizada no batismo de João e por isso suas obras eram legítimas
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Santa Luzia
Santa Luzia significa luz. Luzia nasce por volta do ano 280 d.C. em Siracusa, esplendida cidade de mar, da nobres pais. O pai de Luzia, que talvez se chamasse Lúcio, morreu quando ela era muito pequena, assim foi crescida pela mãe Eutichia da qual conheceu a verdade do cristianismo e a mensagem de amor de Jesus. Foi assim que Luzia conheceu o cristianismo, as histórias dos primeiros cristãos, o martirio deles pelo amor de Jesus e assim crescendo Luzia se deixou capturar o coração por Jesus e no seu coração decidiu de se consagrar, unindo-se a ele como uma esposa com o seu esposo, com voto perpétuo de virgem.
      Luzia, preocupada pelo agravar-se da doença que tinha a mãe, uma hemorragia considerada incurável, sugeriu o peregrinação ao sepulcro da mártir Santa Agata em Catania. Vítima no ano 251 das perseguições de todos os cristãos ordenadas pelo imperador Décio, muitas pessoas iam ao sepulcro para obter as graças porque a fama da gloriosa Santa se era espalhada em todo lugar por causa dos milagres que ela fazia e no seu coração, Luzia era certa que teria feito bem também à sua querida mãe. Luzia iluminada propos à mãe de tocar o sepulcro de Santa Ágata convencida da potente intercessão da Santa.
         Pascasio furioso, a condenou à decapitação, morte reservada aos condenados de nobre estirpe. S. Luzia antes da execução preanunciou a morte de Diocleziano, que aconteceu poucos anos depois e o final das perseguições terminadas no ano 313 d.C com publicação de Costantino. Luzia foi morta no dia 13 de Dezembro de 304 e teve sepultura no mesmo lugar onde no ano 313 foi construído um santuário a ela dedicado.
       No ano 1039 o general bizantino Giorgio Maniace transferiu o corpo de Santa Luzia de Siracusa a Constantinopoli, para tirar-la do perigo de invasão da cidade de Siracusa da parte dos Saracenos. No ano 1204 durante a quarta cruzada o Doge de Veneza, Enrico Dandolo, encontra a Costantinopoli os restos da Santa, as leva a Veneza no mosteiro de São Jorge e no ano 1280 a faz transferir na igreja a ela dedicada a Veneza. S. Luzia salvou tantas vezes Siracusa nos seus momentos mais dramáticos como carestias, terremotos, guerras e interveniu também em outras cidades como Brescia que, graças à sua intercessão, foi liberada da uma grave carestia.
Dante faz o simbolo da Graça iluminante e se define seu fiel. A considerava protetora da vista e como conta no Convivio, pediu muitas vezes a Ela que curasse os distúrbios dos olhos. A legenda popular narra, que à Santa foram tirados os olhos da orbita, por isso algumas iconografias figuram a Santa com uma bandeja na mão onde os olhos se encontram em cima. Santa Luzia é a protetora da vista.
Divulgado documento final do encontro sobre migração na América Latina .
         Foi divulgado dia 8, o documento final do Encontro Continental Latino-americano de Pastoral dos Migrantes, realizado em Bogotá, Colômbia, entre os dias 17 e 20 do mês passado. O evento foi organizado pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, em colaboração com a Seção de Mobilidade Humana do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano).
         O encontro teve como tema “Para uma melhor pastoral das migrações econômicas e forçadas na América Latina e no Caribe”. Segundo a agência SIR, o documento destaca a necessidade “urgente’ de ajudar os imigrantes “e todos aqueles que se sentem deslocados e perdidos neste duro caminho, para que se sintam em casa na terra que lhe oferece o pão para viver e na Igreja onde o Pão da Vida, alimenta novas esperanças”
          Há um notável aumento tanto da emigração quanto da imigração, da migração feminina, das deportações maciças e do tráfico de pessoas, resultado também da globalização, da crise do mercado liberal e da economia global, em geral”, destaca o documento.
     O texto traz também recomendações como o convite à comunidade cristã e a todas as organizações dos países de destinação “para que apóiem as iniciativas que buscam estabelecer organizações de imigrantes, para que eles mesmos possam oferecer a sua contribuição como atores e interlocutores na sociedade que os acolhe”. Outra recomendação aponta para o envolvimento direto dos próprios migrantes em ações ativas em favor de outras pessoas que compartilham a sua condição, de forma a criar “sinergia”.
        O documento ressalta, ainda, a importância da formação dos migrantes, “tanto na vida de fé, como na vida profissional e de trabalho, procurando ajudá-los a aprender a língua do país de chegada”. As comunidades cristãs são convidadas a “fortalecerem as organizações nas áreas de fronteira, formando pontes sólidas em favor dos migrantes e daqueles que são forçados a deixar suas casas, acompanhando especialmente os deportados ou os expulsos, e aqueles que decidem voluntariamente retornar aos seus países de origem”.
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