Sábado da II semana comum
::::::::::::::::::::::::
Através da verdade de Jesus aprendemos a ser fiéis ao Evangelho
:::::::::::::
roxo
::::::::::::
Liturgia do dia: Eclesiástico 48, 1 – 4. 9 – 11
Salmo: 79
São Mateus 17, 1 0 – 13
A Palavra do Senhor ressoa por toda a terra, e não deixará de produzir os frutos da verdade sobre o homem.
Não nos fechemos aos sinais dos tempos, mas procuremos compreender neles os sinais de Deus e de seu Reino.
::::::::::::::::::::::::::::
Divulgue
::::::::::::::::::::::::::::
Irmã Dulce: formalizada
a condição de beata
Irmã Dulce nasceu em Salvador, em 26 de maio de 1914. Desde os 13 anos ajudava mendingos e doentes. Entre os estabelecimentos que fundou está o Hospital Santo Antônio, na Bahia, com capacidade para atender 700 pacientes.
Irmã Dulce morreu aos 77 anos, no dia 13 de março de 1992. Seu corpo foi sepultado na Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia e depois transferido para a Capela do Hospital Santo Antonio, centro das Obras Assistenciais Irmã Dulce. No inicio de 2010, o corpo de irmã Dulce foi exumado e, após 18 anos, permaneceu intacto.
A autorização para a condição de beata foi dada pelo Pontífice ao prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Ângelo Amato, em audiencia privada no Vaticano.
A assinatura do Papa representa a conclusão do processo de Irmã Dulce, iniciado em 2000. Porém, a beatificação ainda não tem data definida. A expectativa é de que seja no primeiro semestre de 2011.
Com o titulo de beata ou bem-aventurada, será permitido que Irmã Dulce tenha seu nome incluído no calendário das festas Litúrgicas da Igreja. A beatificação é uma etapa do processo de canonização. Para que irmã Dulce seja declarada Santa é necessária a comprovação de um milagre atribuído à intercessão da beata.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
O futebol não pode ser reduzido à mercadoria”
Torcedores do Fluminense subiram ao Corcovado, para participar, aos pés do Cristo Redentor, de uma missa em Ação de Graças pelo título conquistado pelo Clube no último domingo, dia 5. O celebrante foi Monsenhor Nelson Francelino, que junto com outros cinco padres tricolores, agradeceu o tricampeonato brasileiro, mas também alertou sobre os rumos desse esporte no país.
Monsenhor Nelson é conhecido pela torcida tricolor. Todo ano celebra missa no Clube e assiste jogos do time no estádio. Durante a homilia, ele destacou o valor do futebol, como a paixão antropológica que transporta ao lúdico, ao imaginário, ao transcendente e não apenas como negócio empresarial.
- Atualmente, em nome de um discurso de moralização do futebol brasileiro, orientou-se decisivamente pela lógica do mercado em detrimento do sentimento dos torcedores, e isso traz consigo marcas indeléveis. Hoje, com a extrema profissionalização, o clube vira empresa, movida apenas pelas leis do comércio, lamentou.
Sobre os super salários dos jogadores, Monsenhor Nelson disse que é preciso lembrar que atletas são profissionais e que jogar com o coração, embora faça do esporte mais bonito e apaixonante, não é uma exigência de contrato. É, portanto, segundo o sacerdote, a falta com esse item que faz com que o jogador seja menos ético no exercício de sua profissão.
- O futebol está envolvido com emoção, felicidade, otimismo de toda uma multidão. Tudo isso faz com que o futebol talvez seja o esporte que mais está próximo de se tornar mercadoria, alertou.
Ele afirmou que não se pode transformar o fascínio dos brasileiros pelo futebol em ítem que torne o jogador mercadoria e instrumento de marketing. Para ele, o futebol é o esporte mais praticado do Brasil e está na alma do povo brasileiro. Portanto, deve oferecer muitos estímulos para a juventude, como uma festa de fraternidade.
- O futebol está cheio de altos valores morais, que fazem uma educação única e um fator insubstituível de desenvolvimento pessoal, de integração, promoção social do homem. Esse esporte apaixonante não pode ser reduzido apenas a suas expressões econômicas. O futebol une os homens no trabalho independentemente de suas origens, sua integração social, opiniões ou crenças. É uma escola de tolerância, solidariedade e fator de aproximação humana, destacou.
Monsenhor Nelson acrescentou que pensar futebol enquanto torcedor cristão é relacioná-lo com a dimensão lúdica do ser humano, algo que conduz à paixão e à transcendência que leva o torcedor além do racional, do afetivo, mas algo que possibilita socialização, o respeito à sociedade, aos ritmos, aos movimentos de corpo, o enxergar do social com costumes e posturas diferentes.
- No Engenhão, domingo, foi bonito ver pessoas de todas as crenças e raças, na hora da angústia, torcedores pedirem "a benção, João de Deus” numa forma de rezar, buscar o transcendente, de maneira tão carinhosa, evocando o bem-aventurado Papa João Paulo II. Essa realidade sublime do futebol não pode ser reduzida apenas na perspectiva capitalista, mas numa perspectiva transcendental, concluiu.
Os Padres tricolores também fizeram suas preces e celebraram o triunfo do time, o atribuindo à ação da benção e da graça de Deus. Para encerrar a celebração, todos cantaram juntos, o famoso cântico da torcida, que pede que o Papa João Paulo II interceda, abençoando a todos.



Nenhum comentário:
Postar um comentário