terça-feira, 10 de agosto de 2010

Terça-feira da XIX semana comum
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Nunca há excesso na caridade
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São Lourenço (diácono e mártir)
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Liturgia do dia: 2ª Corinthios 9, 6 – 10
                         Salmo: 111
                         São João 12, 24 – 26
PRATICANDO
Deus ama quem é generoso.
Semear com alegria é tarefa de todo cristão, mesmo à custa de sacrifícios, que não serão vãos diante de Deus.
Não existe alternativa.
Se quiser ser um verdadeiro cristão, uma verdadeira cristã, temos de fazer que a vida seja diferente para todos, dar de comer ao faminto, pedir igualdade para as mulheres, proclamar a verdade ao poder.
Desse modo, Jesus não terá vindo em vão.
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Divulgue
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Dia dos pais
       O dia dos Pais foi domingo passado, porém é preciso entender que Dia dos Pais é todo dia. Pai e Mãe devem ser comemorados diariamente, por isso, estamos publicando um artigo muito interessante enviado por Aloísio e Ilza Bohrer (casal regional da Pastoral Familiar Leste 1 da CNBB) que diz o seguinte:
      "Ouvi, meus filhos, os conselhos de vosso pai, segui-os de tal modo que sejais salvos." (Eclo3,2)
       PAIS ESQUECIDOS
      Esquece, meu filho! Digo isso enquanto você dorme aí com a mão no rosto, os cabelos na testa úmida. Entrei de mansinho. E só no seu quarto. Há poucos minutos, lendo o meu jornal, fui tomado de um opressivo remorso inquieto, e vim para junto do seu leito.
      Eis o que pensava, meu filho: fui implicante com você; repreendi-o quando se vestia para a escola porque não lavava o rosto com cuidado. Falei-lhe asperamente por causa dos sapatos sujos. Gritei zangado, quando deixou suas coisas no chão.
     Ao café da manhã também achei pretexto para resmungar. Você derrama leite na toalha; punha manteiga demais no pão.
      E, quando saímos, você para brincar, eu para tomar o ônibus, você voltou-se, deu adeus com a mão e gritou: “Até logo, paizinho!” Fechei a cara e, como resposta, disse: ”Endireite os ombros!”. Depois, tudo recomeçou de tarde.
       Quando vinha pela rua, vi-o de joelhos no chão brincando; tinha as meias furadas, humilhei-o diante dos companheiros, mandando que seguisse à minha frente para dentro de casa. As meias são caras e, se você tivesse que comprá-las, teria mais cuidado.
        Imagine filho, ouvir isso de seu pai!
        Lembra-se quando, mais tarde, eu lia na sala e você entrou timidamente, com brilho de mágoa no olhar? Levantei os olhos do jornal, impaciente pela interrupção e você hesitou na porta. “ Que é que você quer?” rosnei.
        Você não disse nada, mas correu pela sala e, num pulo rápido atirou-se sobre mim, abraçou-me, beijou-me e os seus bracinhos me apertaram com o amor de Deus fez florescer no seu coração, e que nem a minha negligência conseguia reprimir. E então subiu as escadas correndo.
        Bem filho, foi pouco tempo depois disso que o jornal, me escapou das mãos e o meu espírito foi sacudido para uma preocupação terrível: Que será de mim, se me escravizo a este hábito de viver ralhando, de estar sempre repreendendo?
       É a única recompensa que lhe dou por ser um menino sadio?
       Não é que não o amasse: mas exigia demais: media a sua juventude pelo gabarito da minha idade. E havia tanto de bom, de excelente e voraz no seu caráter! O seu pequeno coração era tão amplo como a própria aurora descendo sobre os morros. A prova estava naquele impulso espontâneo de vir correndo me beijar e me dar boa noite.
         Nada mais vale esta noite, meu filho. Vim para junto de sua cama, na escuridão, onde me ajoelhei envergonhado. “É uma pequena penitência; sei que você não compreenderia estas coisas se lhe dissesse durante as suas horas de vigília, mas amanhã serei um paizinho de verdade.
         Serei mais que um amigo; sofrerei quando você sofrer; rirei quando você rir; morderei a língua quando me brotarem palavras impacientes. Direi repetidas vezes, como que orando: “Ele é apenas um menino – uma criança”. Lamento muito tê-lo tomado por homem. Entretanto, meu filho, contemplando-o agora encolhido e cansado na cama, convenço-me, de que é ainda uma criancinha. Ontem você dormia ainda nos braços de sua mãe, a cabeça no ombro dela. PEDI DEMAIS, PEDI DEMAIS. (autor desconhecido)
          COMO FORMAR UM HOMEM JUSTO E TEMENTE A DEUS
1. Oriente seu filho na pratica dos dez mandamentos e no temor de Deus. Assim crescendo, cumprirá retamente seus deveres e obrigações. Ensine a “viver como pensa, senão acabará pensando como vive” (Paul Bourget).
2. Faça-o amar a verdade, mesmo a custo de sacrifícios. Falou? Fez? Assuma! Isto o tornará íntegro no Bem e na Virtude.
3. A orientação religiosa, o senso do bem e do mal estejam sempre presente desde cedo. “Aquele que ama seu filho, corrige-o continuamente (Prov.XIV,24).”
4. Acostume-o a ordenar tudo no devido lugar: cadeiras, sapatos, roupas, livros, horários. Crescerá com a noção de responsabilidade dos próprios atos em tudo, diante de Deus e dos homens.
5. No lar, seja o seu trato cordial, paciente, sério. Isto formará em seu filho o senso de respeito a todos.
6. Tudo o que der a seu filho (carinho, presente, dinheiro), mostre que ele o mereceu por seu esforço, obediência. “O pai afinal, passou pelo mesmo caminho.”
7. Procure estimulá-lo no amor ao sacrifício e à abnegação. Afastará dos vícios e do egoísmo com mais facilidade.
8. Se em algo fracassou, encoraje-o, estimule. Afinal, viver é lutar. Errar é humano, continuar no erro é maldade.
9. Assim, quando adulto, saberá usar da verdadeira liberdade dos filhos de Deus, conforme Santo Agostinho: “ame a Deus, faça o que quiser.”
10. E tenha então uma velhice feliz, pois o filho é o fruto da vigilância e do zelo na educação.
Nota: “A paz é a tranquilidade da ordem, e ordem, a harmonia da desigualdade” (Santo Agostinho)
        COMO CRIAR UM DELINQUENTE ( Dez regras fáceis)
Lista preparada pelo Departamento de Polícia de Houston – Texas
1. Comece na infância a dar a seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando ele crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseja.
2. Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.
3. Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e “decida por si mesmo.”
4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.
5. Discuta com frequência na presença dele. Assim, ele não ficará chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
6. Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. “Porque terá que passar pelas mesmas dificuldades que você passou?”
7. Satisfaça todos os seus desejos de comida, de bebida e conforto.”Negar pode acarretar frustrações prejudiciais!”
8. Tome partido contra vizinhos, professores, policiais “todos tem má vontade para com seu filho!”
9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “Nunca consegui dominá-lo.”
10. Prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.
Nota: “Quem não faz o filho chorar, quando pequeno, chorará por ele mais tarde.” (adágio popular).

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