Domingo da XXXIII semana comum
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Quanto maior o número de defeitos que o ser humano tem, maior trabalho ele terá para correr atrás das virtudes. Corra para ser melhor.::::::::::::::::::::::::::::
verde
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Liturgia do dia: Malaquias 3, 19 – 20ª
Salmo: 97
2° Tessalonicenses 3, 7 – 1
São Lucas 21, 5 – 19
Enquanto esperamos a vida definitiva, não podemos nos instalar na preguiça, mas acreditar que o Deus libertador intervirá no mundo, derrotando tudo o que rouba e oprime a vida.
Nossa missão é compromisso com a transformação do mundo, de forma que a velha realidade desapareça e venha o Reino definitivo, isto em meio a dificuldades e perseguições.
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Divulgue
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Audiência pública "População de Rua"
Raquel Araujo
Plenário cheio, na tarde da última sexta-feira, 12 de novembro. Vereadores, promotores públicos e entidades de proteção à pessoa em situação de rua se encontraram na Câmara Municipal para a Audiência Pública “População de Rua”.
O encontro buscou dar um passo na busca e na conquista de um resgate à cidadania das pessoas que vivem nas ruas. O vereador Reymond presidiu a audiência, que contou também com a presença do Vigário Episcopal para a Caridade Social, Padre Manuel de Oliveira Manangão.
A discussão na Câmara teve como base o Decreto Presidencial 7.053, de 23 de dezembro de 2009, que estabelece a Política Nacional para a População em Situação de Rua. Segundo o vereador Reymond, as políticas públicas devem ser preocupações de todas as secretarias do município.
- Devemos respeitar o Decreto Presidencial que buscar dar à população de rua o direito que ela devia ter. A importância desse momento é despertar a consciência de que essa política deve ser olhada por todos, disse em seu discurso de abertura da sessão. Entre as principais preocupações com os cuidados envolvendo a população de rua está a questão dos abrigos públicos. Para a representante do Fórum da População Adulta em Situação de Rua, Hilda Oliveira, há excesso de moradores nos abrigos.
- Defendemos que os abrigos destinados à população de rua tenham no máximo 50 pessoas. Com a redução no número de moradores desses abrigos, eles podem ter um melhor atendimento. Defendemos também um acesso ao lazer, explicou.
Citando Dom Helder Câmara, bispo reconhecido pela Igreja pelos seus trabalhos em defesa dos direitos humanos durante os tempos do regime militar, Padre Manangão reforçou que, para a Instituição Católica, a grande preocupação é a pessoa.
- Não queremos falar pelos moradores de rua, mas queremos, junto deles, ajudá-los a ter uma presença junto à sociedade. O Vigário lembrou ainda do Banco da Providência e da Pastoral da Pessoa de Rua, iniciativas da Igreja que ajudam na reinserção pessoal.
- Nosso desenho é que sejam criadas políticas realmente públicas. Por isso foi criado o Banco da Providencia e a Pastoral da Pessoa de Rua. São iniciativas que inicialmente dão um suporte e depois buscam integrar o indivíduo à sociedade. O capitulo cinco de Lucas diz “vão mais longe, vão mais fundo”. Acho que precisamos ir mais fundo nessas políticas, disse.
Na tarde do evento, também foi assinado um termo de compromisso do município do Rio para criar um comitê intergestor, para direcionar as políticas públicas à população em situação de rua.
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Lançado CD do Hino da
Campanha da Fraternidade 2011
A gravadora Paulus acaba de lançar o CD com o Hino da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e os cantos quaresmais para o Ano A (2011). O trabalho traz o hino da CF e o repertório quaresmal correspondente a cada ano. As livrarias católicas de todo o país venderão o CD que acompanha o material da CF-2011.
De acordo com o assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino poder ser executado em algum momento mais adequado da celebração, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “O hino poderá ser executado, por exemplo, em algum momento da homilia, o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”, disse o assessor.
A OBRA - O CD está enriquecido com mais oito faixas inéditas para as celebrações quaresmais do ano A, além de outros cantos do Hinário Litúrgico da CNBB.
A letra do hino suscita uma profunda reflexão sobre a sustentabilidade da vida no planeta e faz veemente convite para cuidar da vida: “Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto esta dor ou simplesmente agonia? Vai depender só de nós...” (refrão do hino).
Padre Sala ressalta que vale lembrar que o lecionário dominical – embora trazendo nos dois primeiros domingos dos anos A, B e C o mesmo conteúdo evangélico (Deserto e Transfiguração de Jesus) – propõe três diferentes “itinerários” quaresmais: No ano A, os evangelhos estão intimamente relacionados com a temática do batismo (“Samaritana”, “Cego de nascença” e “Ressurreição de Lázaro”). No ano B, o acento recai sobre a pessoa de Jesus Cristo (“Expulsão dos vendilhões”, “Encontro com Nicodemos”, “O grão caído na terra”). Por fim, no ano C, a penitência e a conversão aparecem bem evidenciados (cf. parábolas da “Figueira estéril”, do “Filho pródigo” e o episódio da a “Mulher pecadora”).
“De acordo com suas potencialidades, as equipes de canto e música escolherão o melhor meio para apropriar-se desse rico repertório quaresmal que aparece no CD e ajudar os fiéis na assimilação dos cantos próprios deste tempo”, completa o assessor.
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